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Chifre com categoria.

Bom esse é o meu primeiro conto.
Me chamo Clara tenho 23 aninhos 1.70alt e 85kgs, sou gostosa. Mas vamos ao que interessa, há seis meses atrás descobri que estava sendo traída pelo meu marido com minha prima, já estava desconfiada mas não tinha certeza,sempre que eu perguntava a ele,ele negava é claro, mas um dia não aguentava mais tanta dúvida então decidi por um gravador no carro e adivinha? pimba lá estava a voz de vadia dela rsrs, e descobri mais duas amantes dele,quando eu ouvi a voz dessa minha prima fiquei com muita raiva,esperei ela passar na frente da rua da minha casa e a ataquei, comecamos uma discussão bem ali no meio da rua eu já não me importava com mais nada naquele momento, parti pra cima dela e dei uns bons tapas na cara e arranquei um punhado de cabelo da vadia,meu marido quando ouviu a briga veio correndo nos separar mas a raiva era tanta, que até ele apanhou dei-lhe um coice nas batatas rss, ele conseguiu nos afastar e mandou ela ir para casa,que nos iriamos conversar... Eu o perdoei mas a mágoa ficou e mulher magoada e traída faz o que meninas? mete chifre.Então depois daquele dia em diante falei pra mim mesma que nunca mais seria fiel já que eu era uma esposa dedicada e fiel ao meu marido e ele não deu valor a isso eu iria me tornar a mais vadia possível,aí pensei comigo mas como vou fazer isso? já que eu não saio de casa então me veio uma idéia brilhante na cabeca vou entrar no bate papo, entrei e add vários caras mas nenhum tinha me atraído até quando derepente entrou um homem com o nick de Moreno Alto isso me chamou a atencão ele logo veio me chamar como o meu nick estava de Putinha Safada chovia homens rss ele veio com uma conversa interessante trocamos skype e iniciamos uma conversa excitante, gostei muito dele, e ele estava doidinho por mim queria um encontro comigo naquele dia mesmo, mas como eu não podia...Fomos conversando todos os dias nossas conversas sempre com tons de safadezas,ele é de uma cidade próxima a minha ele é vendedor de caminhões, na terca feira ele iria a uma cidade vizinha e passaria pela minha cidade convidou-me para ir com ele mas eu não podia ele ficou triste pois queria muito me comer e eu tinha muita vontade de dar a ele fiquei imaginado como poderíamos nos encontrar, aquilo não saía da minha cabeca a noite quando fui deitar-me meu marido disse amanhã vou ter que ir fazer uma cobranca em tal lugar, fica 300km de distância, aí ele me disse você vai junto? eu disse: acho que não, vou ficar em casa fazendo o servico e cuidando do escritório pra você, ele tudo bem então, é melhor aí você já programas os negócios pra mim, eu disse pode deixar eu programo sim, mas com a mente diabolicamente maliciosa rss, fui ao banheiro em mandei msg pro meu moreno safado que eu estava eperando ele amanhã no escritório. Ele me ligou cedinho 8hrs pedindo se ele já podia vim eu disse que sim, estava esperando-o com um mini vestidinho decotado e sem calcinha quando ele entrou porta a dentro e me viu em cima de um saltão e e mini vestido pirou fechou a porta e logo veio me agarrando me beijava loucamente já sentia o seu pau durissímo como uma rocha, ajoelhei-me e logo abocanhei aquele cacetão durro só pra mim ele foi a loucura, passou a mão por de baixo do meu vestido e sentiu que eu estava sem calcinha, me colocou em cima da mesa e comecou a me chupar eu delirava com aquilo,ele ficou uns 10 min me chupando, aí ele me virou de 4 em cima da mesa e comecou a socar seu cacete em mim eu nao conseguia me conter o tesão era tanto que eu soltei alguns gemidos acho que o meu sogro ouviu rss, mas não me importava com nada aquele cacetão dentro da minha bucetinha me fez gozar loucamente várias vezes, ele tirou o cacete e cuspiu no meu rabinho e comecou a fode-lo deliciosamente eu gemia pedia mais e dizia fode essa putinha fode vamos meter um chifre bem gostoso no meu maridinho aquilo o deixava com mais tesão quando ele nao aguentava mais ajoelhei-me e abocanhei aquele cacete todo gozadinho com meu líquido escorrendo entre as suas batatas, ele gozou tudinho na minha boquinha enguli tudo seu precioso leitinho que tinha um sabor delicioso docinho ahh meu moreno como eu te quero de novo.


                                

Não resisti aos garotos

Esse fato aconteceu, ano passado, é verídico, resolvi escrever após pensar muito e refletir sobre a questão.
Meu nome é Luciana, tenho 35 anos, sou Loira, de olhos claros, cabelos bem compridos. Tenho 1,60m, 56kg, gosto de me exercitar, tenho uma bundinha empinadinha, coxas grossas, seios pequenos. Rogério, meu marido, tem 38 anos, 1,75m, e é bem bonito, não temos filhos. Nosso relacionamento é bem resolvido sexualmente e somos um ótimo casal.
Moramos em Natal e estamos casados há oito anos. Somos de Santa Catarina, e viemos para Natal em busca de novos campos profissionais.
Logo que chegamos, parecíamos turistas, e queríamos conhecer as belezas do lugar. Como Rogério trabalhava durante toda a semana fizemos um trato: eu iria conhecendo os lugares e depois nos finais de semana iríamos juntos aos que mais tivessem me agradado. Adoro praia, e a idéia era principalmente conhecer as praias da região. As praias são maravilhosas e pela época do ano, estavam bastante desertas.
Foi no dia em que resolvi visitar a praia do Cocal que é uma praia linda, de uns dois quilômetros de orla, toda margeada por coqueiros, que conheci Márcia, seu filho Bruno e o amigo dele Felipe.
Márcia era de São Paulo, tinha alugado uma casa junto com sua irmã e o marido dela, bem na beira do mar, pra passar as férias.
Apesar da imensidão de praia pra ficar as pessoas se reuniam perto da única barraca de praia existente, pra poder tomar uma água, ou comer alguma coisa, e também por causa da ducha com água doce que o dono da barraca pôs para os fregueses. Foi ali que nos conhecemos. Comentamos sobre a beleza da praia, e ela me perguntou de onde eu era por causa do sotaque e assim começamos a conversar sobre amenidades. De um papo cordial na beira do balcão ela me perguntou se eu estava sozinha e se não queria sentar com ela pra gente continuar conversando. Achei ótimo, pois já estava de saco cheio de praia deserta sem ninguém pra conversar. Peguei minha canga e estendi ao lado da dela. Senti nessa hora que atraí a atenção dos garotos, que disfarçadamente notavam as minhas formas. Naquela manhã eu estava usando um biquíni branco e azul, que deixava de fora quase toda a minha bunda, e por isso achei normal a agitação. Márcia também percebeu os sorrisos, e fez uma pequena chacota com os dois meninos dizendo que os homens entram na adolescência pra nunca mais sair. E depois emendando, disse que ainda teriam de comer muito feijão com arroz, pra um dia terem uma mulher que não fosse de papel. Os dois riram de nervoso, e quase se enterraram na areia de vergonha. Márcia era uma mulher simpática e despachada, dessas que não ficam com muita frescura em dizer as coisas. Gostei dela de cara.
Ficamos num papo gostoso, regado cerveja, quando resolvi de ir ao mar pra fazer um xixi. Márcia também se levantou, dizendo que ia pegar mais cervejas.
O mar da praia do Cocal é um pouco agitado, e mesmo pra quem sabe nadar requer cautela. Os meninos já estavam ambientados e nadavam depois da arrebentação. Pra não ficar na cara o que eu estava fazendo, e também pra dar tempo pro xixi sair, resolvi dar um mergulho. Que engano. Fui traída pela profundidade do chão e o retorno de uma onda me tragou para o centro de uma nova onda que se formava, e assim fui arremessada tomando um caixote daqueles desconcertantes. Levantei tossindo água e tentando retirar o cabelo com areia da minha cara. Uns cinco segundos se passaram e quando me recompus notei que os meninos olhavam pra mim, mais fixamente pros meus seios, que só então notei, estavam completamente a mostra.
Voltei pra casa lembrando da imagem, do rosto daqueles dois, olhando pra mim naquela situação. À noite contei a história ao Rogério, ele achou graça, e me recomendou mais cuidado com o mar. Brincou dizendo que os garotos deviam me homenagear no banheiro àquela noite.
De alguma forma isso fez com que eu me sentisse um pouco perturbada por imaginar que eles pensariam em mim enquanto batiam suas punhetas naquele dia.
Márcia era a primeira, e até então, única pessoa que conhecia na cidade, e marcamos de nos encontrar na praia no dia seguinte, afinal era bom ter alguém pra conversar. Por tudo que tinha acontecido, não teve como não lembrar dos garotos na hora de escolher o biquíni de manhã. Inicialmente eu tinha pensado em um preto, de crochê, que me cobria um pouco mais, mas então resolvi colocar um branco, de lacinho que eu não usava há muito tempo por achar pequeno demais. Além disso o forro era uma porcaria e quando ele molhava acabava ficando semi transparente e dava pra ver um pouco da minha xaninha. No meu íntimo, sabia que queria provocar os garotos, mas não admitiria isso nem pra mim mesma. Também estava com medo do que a Márcia iria achar.
Quando cheguei à praia só Márcia estava na areia e os meninos ainda estavam dormindo. Ela viu o tamanho do meu biquíni e brincou dizendo, que infelizmente ela não tinha mais condições de usar um daqueles, mas que achava lindo biquínis fio dental, e completou dizendo que assim eu acabaria matando os meninos. Nós duas rimos.
O Sol estava ótimo e aproveitava a oportunidade para acertar a marquinha do biquíni, que ia ficando menor. Às onze horas, os meninos chegaram à praia juntos com a irmã de Márcia e seu marido. Confesso que na hora me senti um pouco mal, com os olhares de poucos amigos com que a irmã dela me olhou, mas depois pensei: quer saber? Dane-se. Eu nunca mais devo encontrar essas pessoas de novo. Se ela me achou vulgar, se me achou uma vadia o problema é dela. Aí nessa hora, fiquei com raiva de ter sido repreendida por aquele olhar e pra provocar me levantei e resolvi ir pra água bem devagarinho, que era pro marido dela poder ver bem a minha bunda. Na água os meninos já se divertiam, e desta vez fui mais cuidadosa ao entrar. Passei a arrebentação e com o movimento do mar, fui chegando mais perto dos meninos. Minha chegada fez o assunto acabar e então, pra descontrair comentei que o mar estava mais calmo, e que naquele dia não teríamos acidentes. Os dois riram sem graça. Apesar do tamanho, os dois ainda não tinham a menor idéia de como falar com uma mulher e acho que era isso que eu gostava naquela situação. Da inexperiência, da inocência deles.
Não sei o que me deu na hora, estava me sentindo meio adolescente também, e num movimento rápido dei um mergulho e depois me levantei rápido, fazendo com que meus peitos quase desnudos naquele sutiã transparente, passassem propositadamente da linha dá água. Sorri pra eles e nadei de volta pra areia.
Voltando pra areia minha cabeça estava a mil, e comecei a falar comigo mesma - O que você está fazendo?! Está flertando com dois garotos na frente da mãe deles! Pelo amor de Deus tenha juízo!!
E assim recobrei a razão, e resolvi que ia parar com aquela brincadeira.
Voltei pra minha canga pouco me importando com a recalcada da irmã da Márcia, e fingi não ver quando o marido dela me acompanhou com os olhos.
Quando foi chegando perto das duas horas, o pessoal começou a se agitar para sair da praia, para ir almoçar. Márcia me convidou pra comer com eles, mas não me senti à vontade pra aceitar, e pra não ficar chato disse que tinha um compromisso ainda aquela tarde. Combinamos então uma nova praia para o dia seguinte e disse a ela que iria conhecer meu marido, pois o dia seguinte era um sábado.
À noite Rogério me perguntou como tinha sido meu dia e lhe contei sem maiores detalhes com medo que ele me achasse uma tarada, sei lá! Falei do papo com a Márcia, que ela era legal e que ele iria conhecê-la no dia seguinte.
Jantamos e fomos pra cama ver tv.
Na manhã seguinte, levantamos cedo tomamos café, arrumamos as coisas pra passar o dia na praia, e partimos. Chegamos à praia sem tocar no assunto.
Márcia novamente estava sozinha. Apresentei-a ao Rogério e ficamos bebericando umas cervejinhas, enquanto Rogério se aventurou com uma caipirinha.
A irmã de Márcia então também apareceu no portão e de longe ficamos observando uma conversa com rostos sérios, seguida de abraços. Com certeza não eram boas notícias. Márcia entrou e uns vinte minutos depois apareceu novamente no portão. Um pouco abatida ela veio até nós e disse que infelizmente o sogro de sua irmã havia falecido e que ela teria de nos deixar naquela tarde, pois teria de levá-los de carro até Sobral que fica a umas quatro horas de distância, onde seria o velório. Mas que retornaria sozinha no dia seguinte. Demos os pêsames a família e aquela coisa toda, e no final quando ela já tinha juntado suas coisas da areia disse:
- Os garotos estão ficando. Se vocês precisarem usar um banheiro ou de alguma na casa é só falar com eles..... ......dá uma olhada neles pra mim, disse por fim.
Duas horas depois, estávamos torrando no Sol, Rogério começou com uma história de que precisava ir ao banheiro. Como assim precisava ir ao banheiro?
- Os homens não fazem do mundo o seu banheiro? - perguntei
- Só em alguns casos, e esse não é o caso agora. Vamos lá na casa. Não tem problema usar o banheiro deles.
- Vai lá você e pede então retruquei
- Mas eu nem conheço os moleques amor. Porra, se fosse pra você eu daria uma força. Ou então vamos ter que ir embora.
A contragosto pegamos nossas coisas e fomos bater na casa. Felipe recebeu a gente de bermuda e sem camisa. Disse que não tinha problema nenhum em usarmos o banheiro. Lá foi o cagão do Rogério se enfiando casa adentro, enquanto eu me preocupava em cobrir a bunda com a canga.
Sozinhos na porta do banheiro, Rogério virou-se pra mim e disse:
- Querida me espere um minuto que eu já venho. E me pegando desprevenida, com um movimento rápido puxou minha canga, entrou no banheiro e fechou a porta.
Fiquei sem reação. Estava praticamente nua naquele corredor. Se os garotos aparecessem iam se deparar comigo com a bunda quase que inteira à mostra no meio da casa. Eu ia esfolar o Rogério por essa. Quando eu já ia bater na porta, aquilo que eu previra aconteceu. Bruno apareceu no corredor. Pela sua cara deu pra notar que ele não esperava que eu estivesse só de biquíni, ali, em pé no corredor.
Ele me sorriu sem malícia, e me vendo em pé na porta do banheiro, disse que se eu quisesse havia outro banheiro na casa.
Agradeci. Não queria ir ao banheiro, queria era pegar minha canga de volta, e simplesmente não tinha para onde ir. Ainda mais de biquíni pela casa.
Pra não ficar sem dizer nada lhe perguntei se ele conhecia o finado e tal, ao mesmo tempo em que procurava me manter de frente pra ele. Me sentia nua no corredor. Pra piorar, pelo outro lado do corredor apareceu o Felipe e agora só se eu ficasse de costas pra parede é que minha bunda não ia ser devorada pelos olhos daqueles dois garotos.
Insolitamente uma conversa de pasmaceiras se estabeleceu naquele corredor e por um momento senti que os garotos estavam se aproveitando da situação. Sem jeito, comecei a mudar o peso de uma perna para a outra, num movimento repetitivo que só me embaraçava mais.
O Rogério finalmente saiu do banheiro. Vendo que estávamos todos na porta ainda brincou:
- Estavam todos me esperando?!
Puta da vida peguei minha canga da mão dele e entrei no banheiro. Desta vez ele realmente tinha me sacaneado. Afinal o que ele estava querendo com aquilo? Se ele achava que alguma coisa iria acontecer estava muito enganado disse para mim mesma sem muita convicção. O calor no meio das minhas pernas me desmentia e não havia como negar que aquela situação estava me dando um tesão danado.
Quando saí do banheiro não havia ninguém lá. Andei pela casa e chegando a sala, encontrei o Rogério sentado com os garotos, junto à uma mesa com tampo de feltro, embaralhando cartas. Naturalmente ele perguntou:
- Quer jogar pôquer querida?
Fiquei sem graça e não me ocorreu nada de esperto pra dizer na hora. Pensei comigo: Foda-se. Se é isso que ele quer vamos ver até onde essa brincadeira vai.
- Ok! Respondi sentando ao seu lado.
Depois de umas dez mãos de cartas o jogo já estava mais descontraído e Rogério se esforçava para isso, fazendo piadas e mexendo com os garotos. Não demorou a fome apertou. Rogério sugeriu que pedíssemos pizza, o que foi prontamente aceito por todos.
O jogo estava mais animado, os garotos estavam ganhando e então Rogério sugeriu que apostássemos:
- Pôquer não é pôquer sem apostas. Quanto vocês têm de dinheiro?
Os garotos se olharam meio sem jeito e então Rogério completou:
- tudo bem não precisa ser a dinheiro. Vamos apostar prendas. O cacife inicial de cada um será de dez fichas. Quem precisar de um novo cacife paga a prenda.
Todos concordaram. O clima na mesa já era bem descontraído apesar de os garotos falarem pouco. Em três mãos de carta Bruno perdeu seu cacife e como Rogério havia ganho aquela mão resolveu ditar a prenda:
- Um novo cacife vale uma prenda meu rapaz! Você vai ter que chupar o dedão do pé da Luciana por um minuto!
Aquela frase cortou o ar como se fosse um raio, cheia de eletricidade. O ambiente estava exatamente assim: elétrico. Todos nós enfim rimos e Felipe ficou zombando do amigo.
Sem dar muito tempo pra que pensássemos, Rogério ergueu minha perna direita que estava ao seu lado, colocando-a sobre a mesa. Modéstia a parte, gosto muito dos meus pezinhos.
- Vai meu caro, você não tem muita escolha. Aproveita que é um pezinho lindo desse e pensa que podia ser pior: você poderia ter de dançar na boquinha da garrafa disse Rogério.
O garoto totalmente sem graça, segurou meu pé com uma das mãos, e quando vi já estava em sua boca. Rogério e Felipe provocavam: - ainda faltam cinqüenta segundos!
De início, ele estava com o dedo simplesmente enfiado em sua boca. Sem chupar ou fazer qualquer movimentação. Mas pela posição dele, com o rosto para baixo tinha que chupar meu dedo para engolir a saliva de sua boca. Diante daquela situação resolvi provocá-lo. Comecei a mexer com o dedo dentro de sua boca e ele sem poder dizer nada só levantou os olhos o suficiente para ver minha cara de sapeca. Olhando nos olhos dele comecei a forçar a entrada de outro dedo em sua boca, e depois mais outro, e então todos os dedos em sua boca. Todos os dedos de meu pé estavam dentro de sua boca, e sua língua não tinha pra onde fugir sem me lamber os dedos. Sob assobios e palmas Bruno retirou sua boca do meu pé. Lancei-lhe um olhar sacana como quem agradece uma gentileza e pela sua cara ele também tinha gostado da experiência.
O jogo recomeçou. A experiência de Rogério pouco à pouco ia fazendo a diferença, e todos nós, inclusive Bruno com seu segundo cacife, fomos ficando sem fichas. Fugi de todas as rodadas seguintes com medo de perder e o Rogério aprontar uma pra mim. Deu certo! Foi Felipe quem acabou ficando sem fichas primeiro. Como Bruno é quem havia ganho aquela rodada coube a ele decidir a prenda de seu amigo. Sem titubear ele disse:
- Você vai ter que chupar o outro pé, só pra deixar de ser malandro.
Eu que já estava com a boceta ensopada por toda aquela situação. Simplesmente levantei a outra perna, mas dessa vez, ao invés de deixar os dedos apontando para cima, forcei o pé para que ficasse chapado. Felipe não sabia o que fazer e era isso que eu queria. Levantei então, somente o dedão e ele esperto entendeu que era ali que ele ia chupar. Baixou a cabeça e começou. Dessa vez um silêncio tomou conta da sala por um minuto até que ele terminasse.
Pra quebrar o gelo disse rindo, que estava me sentindo uma rainha tendo os pés beijados daquela forma. Os dois estavam excitados com a brincadeira e a pizza chegou pra dar uma acalmada nos ânimos.
Rogério pagou a pizza e os dois foram a cozinha pegar os pratos.
Foi então que Rogério chegou ao meu ouvido dizendo:
- amor estou morrendo de tesão!
- Eu também estou adorando. Acho que vai acontecer alguma coisa, disse excitada. Mas eu estou com vergonha de você aqui pra seduzir os meninos e acho que a sua presença inibe eles também. Você podia dar uma saída e voltar em uma hora sugeri.
A idéia não agradou em cheio a ele, mas como era pra facilitar ele acabou aceitando. Assim, comemos a pizza, conversamos um pouco e então quando os dois sugeriram que voltássemos ao pôquer, o Rogério disse que iria pegar uma caipirinha na barraca e que talvez desse uma caminhada na praia para digerir a pizza, mas que podíamos ir jogando sem ele. Já eram umas 6 horas da tarde, mas ainda fazia bastante calor.
Foi uma retirada perfeita. Mal Rogério saiu, retornamos ao nosso jogo.
Eu estava excitadíssima com a missão de deixar aqueles dois com tanto desejo, a ponto de serem capazes de avançar o sinal comigo. Mas queria que acontecesse quase que naturalmente.
Assim, recomeçamos o jogo. Eu estava louca pra perder pra ver o que eles me mandariam fazer. Como estava com poucas fichas, em duas mãos de carta perdi tudo e precisei de um novo cacife. Era Bruno que devia indicar a minha prenda. Ele me olhou com um sorriso, olhou para o amigo e por fim disse que não sabia o que propor. Pelo jeito como ele já tinha me olhado não era falta de imaginação, mas de coragem. Vendo que não ia ter jeito, me levantei e disse:
- Então vamos fazer o seguinte, já que o Rogério saiu, vou jogar sem a minha canga pra vocês apreciarem a beleza da minha companhia, e essa fica sendo a minha prenda. Pode ser? perguntei ao mesmo tempo que virava de costas para a mesa e tirava a canga.
Bruno não conseguiu falar nada. Seu rosto estava vermelho e ele estava visivelmente abalado. Achei até que tinha sido demais. Foi Felipe que conseguiu dizer simplesmente OK!, e então me sentei para continuarmos.
Antes que voltássemos a dar as cartas resolvi decidir de antemão qual seria a próxima prenda, pra coisa fluir mais rápido. Assim sugeri que continuássemos com o que eu já tinha começado. Quem perdesse deveria tirar uma peça de roupa.
Os dois começaram a se soltar mais e Felipe brincou dizendo que agora eu tinha pouca coisa a barganhar. Mais do que você pode ver respondi sorrindo.
Mesmo jogando propositadamente desleixada, não consegui perder minhas novas fichas em apenas duas rodadas. Era Bruno quem ia precisar de outro cacife.
Bruno estava apenas de bermuda e portanto teria de ficar só de sunga ou cueca.
Ele começou a ficar vermelho, tentando se safar disse que sua prenda poderia ser outra coisa que escolhêssemos. Mas eu não concordei. Disse que havíamos combinado antes e que se fosse eu teria perdido a parte de cima do biquíni. Bruno não sabia o que dizer, e diante da minha pressão virou-se de costas, abaixou a bermuda ficando apenas de sunga e, rapidamente virou-se, e sentou-se.
Apesar da manobra ele não conseguiu esconder o que queria: sua ereção dentro da sunga. Nessa hora achei que era o momento de escrachar de uma vez.
- Você tem uma lanterna na sunga ou está feliz por me ver Bruno?
Antes que ele respondesse disparei: - você também está assim Felipe?
Talvez pela expectativa do momento ele não conseguiu dizer nada e apenas acenou positivamente com a cabeça.
Então vamos fazer o seguinte: uma nova aposta, se vocês ganharem de mim nesta rodada eu retiro mais uma parte do biquini, e se eu ganhar eu vocês vão ter que chupar meus pés novamente, só que dessa vez, com o pé inteiro, ou até onde ele entrar, combinado?!
Os dois aceitaram. Recebi as cartas. Uma trinca de ases. Troquei os três, afinal não queria ganhar. Deu certo. Cartas na mesa. Bruno ganhou.
Fiquei de pé e retirei a parte de cima do biquini, meus seios estavam durinhos de excitação e os meninos perceberam, o clima indicava que algo estava prestes a acontecer. Tomei coragem e falei aos dois que como não havia mais prendas a jogar, caso eu perdesse faria um carinho neles.
Voltamos ao jogo, outra rodada, e propositalmente perdi, Bruno ganhou novamente!
O clima então ficou de excitação pura. Os meninos estavam tensos, e eu apesar de estar disfarçando ser experiente, também estava nervosa, pois aquilo não deixava de ser novidade para mim, afinal era a primeira vez que tinha algum contato fora do meu casamento.
Os dois ainda estavam sentados. Disse então pro Felipe:
- como foi o Bruno que ganhou ele será o primeiro. Enquanto isso você vai até a varanda e fica de vigia pra avisar caso o Rogério esteja vindo.
Não sei porque disse aquilo, mas a verdade é que não queria que o Rogério me pegasse ali de surpresa.
Felipe então foi para a varanda e eu fiquei ali sozinha com o Bruno que continuava sentado.
- você vai ter que tirar essa sunga! Eu disse
Ele então se levantou tirou a sunga e tornou a sentar. Seu pinto era lindo. Nem grande nem pequeno, com a pele bem branca, quase rosado e com poucos pelos em volta. Olhei pra ele e sorri. Só de ver aquele pinto já estava com o coração em desembalada. Então me ajoelhei em frente a ele e com carinho segurei no seu instrumento. Estava duríssimo. Olhei pra cima, e dando uma lambidinha em seu saco perguntei a ele:
- alguma mulher já fez isso com você?
- não
- você já transou antes?
- não
- então aproveite que você tirou a sorte grande.
E segurando seu saco com uma das mãos, comecei a lamber lentamente de baixo para cima. Senti seu pau vibrando e no segundo seguinte, uma corrente de líquido saiu. Surpreendida, chupei com habilidade sem deixar escapar nem uma gota daquele gozo juvenil. Não esperava que ele gozasse tão rápido.
Estava com as pernas bambas e só de pensar que havia outro pau pra chupar em seguida escorria líquido pela minhas pernas.
Bruno estava com um sorriso que enchia seu rosto. Na hora pensei que aquele menino nunca iria esquecer o que acabara de acontecer. Sem saber o que dizer, colocou a sunga e foi avisar o amigo. Quando Felipe chegou eu ainda estava de joelhos em frente a cadeira.
Abri então sua bermuda e baixei suas calças de uma só vez. Seu pinto duro apontou em minha cara de um jeito bastante provocador. Felipe tinha um pinto diferente de todos que eu já tinha visto. Fazia uma engraçada curva pra direita, era moreno, também com pouco pelo em torno, e era comprido, devia ter uns dezoito centímetros. Um pintão.
Felipe não se sentou. Fazia uma pose de mais experinte, colocando as mãos na cintura e olhando para baixo como quem diz : - estou esperando mas era só pose.
Ajoelhada em sua frente, disse a ele que seu pau era muito grande e era pra ele ir com calma comigo. Ele deu um sorriso, e vi seu ego ir nas alturas. Com calma, segurei se pinto pela base, e bem devagarinho dei início a um entra e sai da minha boca, tentando retardar um pouco seu gozo. Aos poucos ele começou a ritmar umas estocadas em minha boca e assim tinha de manter uma mão sempre na base pra evitar que me invadisse a garganta. Ele estava muito espertinho pra um garoto, e resolvi tomar conta da situação. Com a mão direita que estava livre segurei o seu saco e em seguida esfreguei com a palma da mão até o meio do saco. Repeti o movimento umas duas vezes ...
- calma! não faz isso! disse ofegante
- o que foi?? Retruquei! Porque não?
Ele me olhava sem saber o que dizer
- se você não quiser nós podemos parar por aqui então - sugeri.
Ele continuava sem saber o que falar.
- vem cá pra eu não vou arrancar nem um pedaço seu eu prometo!
Ele ainda estava receoso, então eu disse olha, também fiz com o Bruno e ele gostou. Você também vai gostar. Eu te prometo. Se não estiver bom eu paro, ok?!
Ele então sem dizer nem uma palavra se aproximou novamente, parou em minha frente, pôs as mãos na cintura e olhou pra cima.
Antes de recomeçar, retornei exatamente a posição anterior. Com uma das mãos espalmada em seu saco e a outra segurando a base do seu pênis. Ao mesmo tempo em que ia enfiando seu pau em minha boca bem devagarzinho, iamassagenado seu saco. Ele estava tenso. Comecei então com movimentos mais vigorosos nas chupadas .Pouco tempo seu pau estava batendo com força na minha garganta; Daí pra frente parei de movimentar minha cabeça e fui aumentado a velocidade da minha mão, até que ele não agüentou mais e explodiu num gozo de jatos fortíssimos e abundantes dentro da minha boca.
- eu não disse que não ia tirar pedaço?!!
perguntei assim que consegui engolir tudo
- foi gostoso respondeu com cara de satisfação.
Sentei novamente na cadeira para recuperar um pouco o fôlego. Estava me sentindo uma vadia e estava adorando!!!!! Adoro fazer sexo oral, mas minha buceta estava em chamas e eu ainda não havia gozado.
Deitei cansada no tapete da sala... Felipe se aproveitou e deitou sobre meu corpo e começou chupar meu pescoço, começou a me beijar, nos beijávamos loucamente, sentia o calor de sua boca, sua língua, ele foi descendo e chegou aos meus peitos...Um de cada vez, mordiscava cada pedacinho...Chupava como se estivesse mamando, desceu pro meu umbiguinho, beijando...
Foi descendo mais um porquinho, logo acima da minha xaninha, e cada vez mais eu pedia pra ele descer, mas não o fez...Ele começou contornar toda minha xana molhadinha, desceu a língua na parte interna das minhas coxas me deixando louca, depois desceu para os meus pés, me fazendo abrir mais ainda as pernas e pedir pra ser penetrada...Bruno chegou viu a cena e ficou assustado!
-O cara vai chegar e vai nos matar! Disse
Falei para ele não se preocupar pois Rogério iria demorar.
Chamei-o para perto de nós e ele resolveu participar também, chegou perto de mim, e meio sem jeito começou a me beijar na boca. Felipe beijava minhas pernas, estava louca de tesão, beijava meus pés, minha panturrilha, eu estava dorando ser devorada pelos dois garotos. Felipe então foi subindo e abriu minhas pernas e de uma vez puxou a calcinha do meu biquini me deixando nua.
Minha xaninha depilada estava pedindo para ser penetrada, ele então colocou seu pintinho na minha vagina,eu me preocupei pois estava sem preservativo, mas o tesão falou mais alto e pedi que ele me penetrasse. Ele então colocou a cabecinha bem devagar e começou um vai e vem gostoso, eu aproveitei e comecei a chupar o pau do Bruno, foi quando Rogério entrou e viu a cena! Os garotos quase morreram não sabiam o que fazer!
Rogério com um cara estranha, apenas disse: Bela vagabunda você Luciane, se entregando para dois moleques! E num ato contínuo falou para proseguirmos, os garotos não sabiam mais o que fazer, foi então quando Rogério me pegou e fez com que eu deitasse em cima dele, como uma bela domadora para cavalgar!
Encaixei seu pau no meio de minhas pernas que a pouco estava sendo penetrada por um garoto, havia liquido do garoto, o que facilitou a penetração. Começamos a nos movimentar, e ele aproveitou e abriu com as mãos a minha bunda e falou para os garotos, quero um de vocês aqui, passando seu dedo no meu ânus. Bruno chegou meio sem jeito e apontou seu mastro na porta da minha bundinha, arrebitei mais, Rogério parou o vai-e vem e ficamos parados, enquanto Bruno forçava a entrada de seu pênis no meu ânus, estava apertado e não entrava. Rogério então resolveu facilitar, colocou um dedo, depois dois e depois três dedos na minha bundinha, abrindo aos poucos..Bruno se posicionou novamente e colocou a sua cabecinha, senti um pouco de dor, e ele continuou a forçar, cedia pouco a pouco...começamos a nos movimenta bem devagar, Rogério por baixo e Bruno por cima, eu não estava mais aguentando de tesão, Felipe chegou e colocou seu pau na minha boca, eu chupava enquanto era fodida na buceta e no cú!
Não estava mais aguentando, não dava mais para resistir e gozei loucamente em um grito...ohhhhhhhhhhhh!
Sem jeito, sai daquela posição e deitei no chão, assustada, tanto o garoto com meu marido não haviam gozado ainda, Felipe veio perto de mim, e num ato instintivo abri minhas pernas para o garoto, que não pensou duas vezes e colocou seu penis em minha vagina, fizemos um vai-e-vem bem devagar, gostoso, senti o garoto ejacular dentro de mim! Fui a loucura com isso! Virei-me de barriga para o chão ficando com minha bunda para cima, sabia que os garotos não iriam resistir, Bruno chegou, deitou por cima de mim, e colocou seu penis por entre as minhas pernas, senti o calor do garoto, num movimento que me levou a loucura, senti os jatos de porra inundarem minha boceta!
De minhas pernas escorria esperma dos dois garotos. Rogério me pegou, sentou do chão e pediu que eu sentasse por cima, de costas pra ele, sentei, mas ele queria minha bundinha, abri aos poucos e meu anus foi sendo penetrado até a base de seu pinto, fiquei deitada com as costas em seu peito, de pernas abertas, Felipe se aproximou novamente e começou a enfiar os dedos em minha boceta enquanto Rogério se deliciava com seu pênis em meu anus, o garoto colocou 2, 3, 4 dedos, encaixou a mão toda em minha vagina que ja estava toda aberta, gozei loucamente mais uma vez!!!
Depois dessa transa fui colocar meu biquini, para sair logo dali. Hoje em dia nós somos amigos mais nunca mais, eu e meu marido fizemos outra loucura dessas.




Pq só meu Marido não Come meu Cú ?

- Ola meus queridos, depois de minha primeira experiencia anal, que foi com Carlos "meu primeiro conto"...ate tentei criar uma nova situaçao, mas logo voltei a trabalhar e nao surgiu mais oportunidades naqueles dias.
    - Sem opçoes tentei por varios dias fazer meu marido acalmar meu fogo no rabo. Eu estava louca pra dar o cuzinho denovo, ja se passava uns vinte dias. Mas como sempre por varios dias ele chegou tarde do trabalho e quando rolou mesmo, foi uma daquelas rapidinhas simples sem açao.
    - Chateada com isso resolvi seguir em frente e estabeleci duas regras para minhas relaçoes fora do casamento. A primeira, nunca beijar ou trocar carinho, e a segunda e principal, só deixaria penetrar por traz.
    - Até que sem esperar surgiu um convite pra passar o fim de semana em um sitio de uns amigos. Chegamos no sabado pela manha no sitio e nos instalamos pra ficar ate domingo com mais dois casais e dois solteiros, todos amigos antigos.
    - Logo na noite de sabado depois de uma jantinha leve, estavam todos bebendo ao lado da piscina. Ja era tarde e os homens ja alegres com as bebidas nao paravam de jogar cartas, enquanto as mulheres ja estavam indo dormir.
    - Enquanto estava ali, Alan um dos solteiros, bem discreto e safado ficava me olhando. Fui a ultima a sair...Segui para o chuveiro e quando terminei meu banho, sai enrolada na toalha, estava o Alan na porta do banheiro...
    - Ja chegou com a conversa forte, dizendo que sorte meu marido tinha em poder dar prazer pra mim quando quisesse. Eu ri e falei: "que bom se fosse assim, nao sei quantos dias ja faz que nao gozo".
    - Entao Alan falou: "Eles vao jogar mais umas duas horas, tranca aporta por dentro e abre a janela do quarto pra mim que vc nao vai se arrepender" 
    - Fui para o quarto e demorei pensando no que fazer, alguns minutos depois curiosa abri a janela bem devagar, que era virada para os fundos do casarao, era uma escuridao total. Sem surpresas, Alan esperava...Entrou devagar pra nao fazer barulho, foi arrancando a toalha, me derrubou na cama e abriu minhas pernas caindo de boca na minha bucetinha.
    - A preocupaçao que viessem da piscina pra dormirem só aumentava meu tezao, entao eu nao podia perder mais tempo. Ele me chupando ainda, fui me virando e deixando a bunda bem empinada pra ele. Ele parou por um instante, ai falei pra ele continuar...Ai ele disse: "se vc ficar nessa posiçao nao vou aguentar e vou lamber seu cuzinho". Era tudo que eu queria ouvir a dias, entao so abri bem a bunda pra ele.
    - Ele meteu forte a lingua deixando todo lambuzado meu cuzinho, fui levantando e ficando de quatro...Ele sem saber de minhas regras, começou a esfregar o pau onde queria. Levantei da cama, fui ate a janela, fiquei olhando para as estrelas, ele lentamente veio por traz, peguei o pau dele e guiei ate me cu. Quando senti entrar, nao larguei e continuei a forçar como se estivesse com um brinquedinho na bunda.
    - Estava me sentindo estuprada, em pé,sendo agarrada por traz por um louco que tava comendo meu cu, sempre sonhei em fazer isso no chuveiro mas surgiu a ideia ali mesmo. Gozei que quase arranquei a janela, e enquanto eu gozava, Alan aproveitou e enfiou fundo sem pena nenhuma.
    - Sem forças fui saindo e falei pra ele ir logo, pq tava perigoso demais. Ele saiu falando que nao tinha gozado ainda...eu ri e falei pra ele pensar em meu cuzinho e se masturbar, pq nao ia ganhar mais. Ele riu pra mim e disse que outro dia ia me tirar o couro.
    - Quando meu marido chegou, nem tentar nao tentou nada, estava sem condiçoes. E pela demora eu poderia ter experimentado uma coisinha a mais que tava querendo, mas que ainda era uma especie de tabu pra mim, e nos meus planos tinha que ser com o Carlos...entao fiquei na espera de uma chance de realizar mais uma fantasia...



Iniciando no Anal Fora do Casamento

 - Oi pessoal, sou nova aqui no site e quero começar lhes contando como depois de dois anos casada, comecei a me aventurar em outras areas.
    - Ao lado de minha casa mora a Irma de meu marido, "Jaqueline". Casada a uns quatro anos ja com Carlos.
    - Jaqueline trabalha o dia todo fora e Carlos e autonomo no ramo de venda de carros, entao volta e meia esta por casa.
    - Como eu trabalho no comercio tenho minhas folgas durante a semana, e as vzs aproveito pra tomar uns banhos de sol, mas preciso ir na casa de minha cunhada pq o terreno deles e fechado por muros.
    - Por varias vzs enquanto estava no banho de sol Carlos aparecia, falava comigo brevemente e entrava pra dentro de casa dizendo que precisava pegar uns papeis.
    - No domingo estava minha cunhada e eu tomando sol, e Jaqueline começou a falar que estava precisando ter mais disposiçao, e toda noite pra nao deixar o Carlos na mao, chupava ele. Ai perguntei pq ela nao dava pra ele...ela respondeu que todo dia nao dava. Perguntei: mas vc nao tem tempo pra todo dia?...ela respondeu que nao era isso, e sim pq ele e viciado em sexo anal. Ai todo dia fica impossivel. 
    - Aquele dia fui deitar com segundas intençoes, depois da conversa a tarde fiquei curiosa. Meu marido e bem conservador apesar de novo, e como eu esperava nada de anal, nem perto passou.
    - Alguns dias depois tirei minhas ferias da loja, comecei minha rotina de banhos de sol, e o Carlos com suas visitas extranhas. 
    - Foi em uma tarde que estava tomando meu banho de sol, Carlos chegou e me comprimentou de longe, abriu a garagem e disse que tinha que organizar umas coisas. Eu estava deitada em uma dessas camas de banho de sol no gramado ao lado da garagem, quando ele entrou na garagem me veio o pensamento que ele podia estar olhando por uma das janelas que estavam a dois metros acima de mim.
    - Eu nao tinha certeza que ele tava espiando, mas nem pensei duas vzs em virar de bunda pra cima, fiquei rindo sozinha da situaçao. Eu virava devagar a cabeça pra tentar ver se ele estava la, mas nao conseguia ver. Mas eu tinha a sensaçao que estava, entao provoquei mais ainda.
    - Eu puxava e afastava o biquini, como se tivesse me incomodando, me deu um tezao danado a sensaçao de ficar mostrando o cu pra ele, so nao sei se ele viu. Mas ele saiu da garagem meia hora depois.
    - Se passaram alguns dias e Carlos estava definitivamente em casa por uns dias com o pé quebrado. Me restavam uns quinze dias de ferias ainda, mas o banho de sol ja perdera a graça. Ate que minha cunhadinha teve uma brilhante ideia. Me ligou do trabalho dela pedindo se tinha uns filmes pra emprestar p/ Carlos, e se eu podia levar pra ele...respondi que tinha sim e levava logo que pudesse.
    - Nem sabia o que fazer direito mas fui pra provocar mesmo. Sai do banho e coloquei minha menor calcinha com uma sainha bem curtinha.
    - Fui entrando dizendo "oii...vim trazer os filmes", ele pediu pra ver quais eram, e ja ia começar a ver a serie Lost. Entao falei que colocava no DVD pra ele, e fui na frente dele e baixei ate o DVD...Ele com certeza viu tudo o que eu queria mostrar.
    - Ele vendo aquilo disparou uma pergunta..."Vc sabia que eu te espiava nos banhos de sol neh karen?"...Me pegou de surpresa com a pergunta mas respondi que eu desconfiava sim. "Mas como vc sabe?" perguntei...Ele respondeu assim: "pq no dia que vc desconfiou, tbm foi o dia que vc começou a se exibir neh"
    - Entao concordei com ele e expliquei que fiquei com tezao de imaginar ele me espiando, por isso o provoquei. Foi entao que ele falou que sentia um tezao por mim, principalmente por minha bunda. 
    - Ouvindo isso so pensei em quanto ele era tarado por cu...Deitei no sofá abri um pouco as pernas e disse: "se gosta tanto entao vem pegar"
    - Ele so afastou minha calcinha e começou a lamber minha bucetinha, ele lambeu por uns minutos e disse que a calcinha tava atrapalhando um pouco e pediu pra mim tirar. Ai me virei fiquei de joelhos e deixei minha bundinha no rosto dele e fui tirando a calcinha.
    - Fui baixando e fiquei de quatro em cima do sofa. Quando nao aguentava mais esperar, falei pra: "Pode fazer o que vc quizer". Ele vendo meu cuzinho piscando ali pra ele, nao perdeu tempo.
    - Senti meu cu abrindo com a lingua quente dele, eu estava sendo fudida no cu pela lingua dele...era o maximo. Ele enfiava e tirava, eu apertava a lingua dele, quase gozando ja.
    - Quando eu achei que ele nao podia se mover muito por causa do pe dele. Ele conseguiu ficar com um joelho no sofa e me pegando por traz, foi dando umas pinceladas de cima a baixo.
    - Foi quando ele colocou a cabecinha na minha buceta, eu me afastei um pouco. Eu sabendo da tara dele provoquei mais um pouquinho ele..."Desculpe mas queria experimentar algo novo" Ele falou que era so pedir..."Me faz gozar comendo meu cuzinho"
    - Ele nao perdeu tempo e com muita calma foi colocando a cabecinha, ate eu me soltar e querer sentar no colo dele...Gozei sentada no colo dele de costas pra ele, com o pau inteiro na bunda. Foi dolorido sim, mas o prazer superou tudo, a sensaçao de estar sendo enrabada por outro foi incrivel. Eu ja destruida nao tinha forças pra sair de cima daquele pintao, Carlos gentilmente falou que nao aguentava mais e ia gozar. Me fiz de desentendida e dei uma reboladinha e ja senti o jato quentinho bem no fundo...dei uns gemidos, pq e gostosinho uma gozada dentro do cuzinho.
    - Apesar de agora saber como era nao consegui fazer meu marido curtir esse estilo de tranza. Entao continuarei a procura de quem realize minhas vontades...

Vigia gostoso me comeu no meu trabalho

Adoro quando ocorrem coisas inesperadas, nessa quarta-feira dia 18/04/12, estava na minha sala, depois do expediente. E aconteceu um fato pelo qual eu jamais esperava.
Sou professora, porém esse ano fiquei responsável pelo laboratório de informática, gostei, uma vez que o contato com muitas crianças diminui bastante, mas fiz um acordo com a escola que faria um pequeno curso com os professores pq muitos não dominam muito bem o uso de certos programas, principalmente esses educacionais que o governo envia para os laboratórios. Pois bem, eu ficaria uma hora a mais depois do meu expediente, mas como marcaram para as 19:00hs e meu expediente encerra as 18hs acabei ficando sozinha no laboratório, esperando a hora dos meus colegas de trabalho chegarem.
Estava terminando de programar a aula daquela noite, por volta das 18:30, quando entra um rapaz que começou a trabalhar esse ano na minha escola, ele é alto, branco magro muito bonito. Mas vamos lá.
Terminei de programar a aula e coloquei umas músicas, estava muito distraída, que Felipe entrou e eu não percebi, cometi um erro ao ficar de costas pra mesa, que dá para a porta, ele entrou na sala, e eu estava com meu notebook nas pernas, como tinha acabado de por as musicas, e estava com fone de ouvido, não ouvi entrar, e abri uma pasta de fotos, umas dessas que em hipótese alguma se pode abrir em um local de trabalho. “aprendi essa lição hoje”. Quase deixo meu not cair com tamanho susto quando ele tirou meu fone de ouvido e falou:
_Nossaaa! Que fotos!
Meu Deus, eu quase morro, tinha muitas fotos, e eu estava deletando umas que não estavam legais, fotos, de calcinha, tranzando, em várias posições, em fim fotos bem comprometedoras.
Ele sempre me pareceu muito sério, o máximo que falávamos um com outro era um bom dia, ou boa tarde.
Fiquei completamente sem ação, e por alguns segundos, parei no tempo de tamanho susto, mas fechei a tela do not, e antes que eu falasse qualquer coisa, ele falou cuidado com essas fotos, tua sorte que fui eu quem as viu.
Falei: _nossa! Não esperava que ninguém entrasse aqui agora, mas, por favor, não comenta nada disso com ninguém não, foi uma mancada e tanto. Falei passando a mão na cabeça com ar de preocupada.
Ele falou: _calma mulher, não vou falar disso com ninguém não, mas eu adorei ver as fotos. E riu, com ar de safado.
Não sou nenhuma santa, e ao ver aquele sorriso, me deu um tesão tão grande, que passei a gostar de ele ter visto aquelas fotos. Certamente ele percebeu que eu já estava gostando da situação e ficou a vontade pra despejar uma pergunta atrás da outra, respondi a todas, e a cada pergunta eu ficava mais excitada ainda, e ele também. Pediu pra ver mais fotos, respondi que não, pq a qualquer momento chegariam os meus colegas.
Ele insistiu em ver as fotos outra hora, e como sabia que a intenção não era somente ver fotos, coloquei mais lenha na fogueira, a essas alturas, já não agüentava de tanta vontade de tranzar com ele, perguntei se ele havia ficado excitado pelas fotos, eu já tinha notado que estava é claro! Mas queria ver a reação dele, ele respondeu que sim, encostando-se a mim, realmente dava pra sentir que tinha algo muito duro dentro daquela calça, ele aproximou sua boca bem perto da minha e como não demonstrei nenhuma reação de quem não estava gostando, ele me beijou, foi um beijo cheio de tesão, desejo e medo.
Pedi que parasse que em poucos minutos chegariam algumas pessoas, ele falou rindo:
_Não se preocupa, ninguém entra, pois o portão está trancado. (A escola em que trabalho é só de educação infantil, não funciona a noite). Sabia que se alguém chegasse e encontrasse o portão fechado e sem o vigia para abri-lo ia ser uma confusão, mas não me preocupei com isso, estava mesmo com muita vontade de descobrir onde isso iria dá. Acredito que Felipe não esperava mais que uns beijos, porque ficou muito surpreso quando comecei a segurar forte seu pau que latejava na minha mão de tão duro, confesso que fiquei um pouco assustada com o tamanho da ferramenta, era enorme, e muito grosso, já queria mais que tudo aquele pau me preenchendo a buceta, o beijava e tentava abrir sua calça, quando ele viu o que realmente eu queria, me colou na mesa, com a saia levantada, puxou minha calcinha e ao passar a mão viu que estava totalmente molhada, ele me beijou com mais vontade, eu gemia, com os dedos dele na minha xaninha, quando consegui por seu pau pra fora, confirmei o que suspeitava era mesmo muito grande, e muito grosso, minha vontade era por na boca, mas não deu tempo, ele puxou minha calcinha me deixando somente de saia, e começou a roçar seu pau na minha bucetinha, não resisti e pedi, enfia, foi como jogar gasolina na fogueira, ele me puxou pra si, e começou a enfiar com muita força, eu só gemia falando palavras obscenas,foram menos de cinco minutos e eu já estava gozando, minha bucetinha se contraia, e ele ficava maluco, e disse que ia gozar, como o estrago já estava feito, tínhamos começado sem camisinha, pedi que gozasse dentro, ele enfiou com tanta força que me suspendia da mesa, foi uma delicia, quanto tirou o pau de dentro, derramou esperma no chão, usei minha calcinha para me limpar e corri no banheiro para pegar papel e limpar o chão que estava sujo, Felipe foi para a entrada da escola e pra nossa sorte o primeiro professor só chegou uns 10 minutos depois.
Só não sei como será a reação dele amanhã quando eu voltar ao trabalho. Também não sei se terá uma próxima vez, não tivemos chance de conversar porque quando a aula acabou meu marido já estava me esperando.
Mas se tiver uma outra, eu conto depois...bjs a todos que lêem.
ESSE CONTO JÁ ESTEVE POSTADO, PEDI AO SITE QUE O RETIRASSE POIS COLOQUEI NOMES REAIS, E PARA NÃO COMPROMETER NINGUEM TROQUEI O NOME E AQUI ESTÁ NOVAMENTE, BJINHUS A TODOS.... CECY