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Chifre com categoria.

Bom esse é o meu primeiro conto.
Me chamo Clara tenho 23 aninhos 1.70alt e 85kgs, sou gostosa. Mas vamos ao que interessa, há seis meses atrás descobri que estava sendo traída pelo meu marido com minha prima, já estava desconfiada mas não tinha certeza,sempre que eu perguntava a ele,ele negava é claro, mas um dia não aguentava mais tanta dúvida então decidi por um gravador no carro e adivinha? pimba lá estava a voz de vadia dela rsrs, e descobri mais duas amantes dele,quando eu ouvi a voz dessa minha prima fiquei com muita raiva,esperei ela passar na frente da rua da minha casa e a ataquei, comecamos uma discussão bem ali no meio da rua eu já não me importava com mais nada naquele momento, parti pra cima dela e dei uns bons tapas na cara e arranquei um punhado de cabelo da vadia,meu marido quando ouviu a briga veio correndo nos separar mas a raiva era tanta, que até ele apanhou dei-lhe um coice nas batatas rss, ele conseguiu nos afastar e mandou ela ir para casa,que nos iriamos conversar... Eu o perdoei mas a mágoa ficou e mulher magoada e traída faz o que meninas? mete chifre.Então depois daquele dia em diante falei pra mim mesma que nunca mais seria fiel já que eu era uma esposa dedicada e fiel ao meu marido e ele não deu valor a isso eu iria me tornar a mais vadia possível,aí pensei comigo mas como vou fazer isso? já que eu não saio de casa então me veio uma idéia brilhante na cabeca vou entrar no bate papo, entrei e add vários caras mas nenhum tinha me atraído até quando derepente entrou um homem com o nick de Moreno Alto isso me chamou a atencão ele logo veio me chamar como o meu nick estava de Putinha Safada chovia homens rss ele veio com uma conversa interessante trocamos skype e iniciamos uma conversa excitante, gostei muito dele, e ele estava doidinho por mim queria um encontro comigo naquele dia mesmo, mas como eu não podia...Fomos conversando todos os dias nossas conversas sempre com tons de safadezas,ele é de uma cidade próxima a minha ele é vendedor de caminhões, na terca feira ele iria a uma cidade vizinha e passaria pela minha cidade convidou-me para ir com ele mas eu não podia ele ficou triste pois queria muito me comer e eu tinha muita vontade de dar a ele fiquei imaginado como poderíamos nos encontrar, aquilo não saía da minha cabeca a noite quando fui deitar-me meu marido disse amanhã vou ter que ir fazer uma cobranca em tal lugar, fica 300km de distância, aí ele me disse você vai junto? eu disse: acho que não, vou ficar em casa fazendo o servico e cuidando do escritório pra você, ele tudo bem então, é melhor aí você já programas os negócios pra mim, eu disse pode deixar eu programo sim, mas com a mente diabolicamente maliciosa rss, fui ao banheiro em mandei msg pro meu moreno safado que eu estava eperando ele amanhã no escritório. Ele me ligou cedinho 8hrs pedindo se ele já podia vim eu disse que sim, estava esperando-o com um mini vestidinho decotado e sem calcinha quando ele entrou porta a dentro e me viu em cima de um saltão e e mini vestido pirou fechou a porta e logo veio me agarrando me beijava loucamente já sentia o seu pau durissímo como uma rocha, ajoelhei-me e logo abocanhei aquele cacetão durro só pra mim ele foi a loucura, passou a mão por de baixo do meu vestido e sentiu que eu estava sem calcinha, me colocou em cima da mesa e comecou a me chupar eu delirava com aquilo,ele ficou uns 10 min me chupando, aí ele me virou de 4 em cima da mesa e comecou a socar seu cacete em mim eu nao conseguia me conter o tesão era tanto que eu soltei alguns gemidos acho que o meu sogro ouviu rss, mas não me importava com nada aquele cacetão dentro da minha bucetinha me fez gozar loucamente várias vezes, ele tirou o cacete e cuspiu no meu rabinho e comecou a fode-lo deliciosamente eu gemia pedia mais e dizia fode essa putinha fode vamos meter um chifre bem gostoso no meu maridinho aquilo o deixava com mais tesão quando ele nao aguentava mais ajoelhei-me e abocanhei aquele cacete todo gozadinho com meu líquido escorrendo entre as suas batatas, ele gozou tudinho na minha boquinha enguli tudo seu precioso leitinho que tinha um sabor delicioso docinho ahh meu moreno como eu te quero de novo.


                                

Não resisti aos garotos

Esse fato aconteceu, ano passado, é verídico, resolvi escrever após pensar muito e refletir sobre a questão.
Meu nome é Luciana, tenho 35 anos, sou Loira, de olhos claros, cabelos bem compridos. Tenho 1,60m, 56kg, gosto de me exercitar, tenho uma bundinha empinadinha, coxas grossas, seios pequenos. Rogério, meu marido, tem 38 anos, 1,75m, e é bem bonito, não temos filhos. Nosso relacionamento é bem resolvido sexualmente e somos um ótimo casal.
Moramos em Natal e estamos casados há oito anos. Somos de Santa Catarina, e viemos para Natal em busca de novos campos profissionais.
Logo que chegamos, parecíamos turistas, e queríamos conhecer as belezas do lugar. Como Rogério trabalhava durante toda a semana fizemos um trato: eu iria conhecendo os lugares e depois nos finais de semana iríamos juntos aos que mais tivessem me agradado. Adoro praia, e a idéia era principalmente conhecer as praias da região. As praias são maravilhosas e pela época do ano, estavam bastante desertas.
Foi no dia em que resolvi visitar a praia do Cocal que é uma praia linda, de uns dois quilômetros de orla, toda margeada por coqueiros, que conheci Márcia, seu filho Bruno e o amigo dele Felipe.
Márcia era de São Paulo, tinha alugado uma casa junto com sua irmã e o marido dela, bem na beira do mar, pra passar as férias.
Apesar da imensidão de praia pra ficar as pessoas se reuniam perto da única barraca de praia existente, pra poder tomar uma água, ou comer alguma coisa, e também por causa da ducha com água doce que o dono da barraca pôs para os fregueses. Foi ali que nos conhecemos. Comentamos sobre a beleza da praia, e ela me perguntou de onde eu era por causa do sotaque e assim começamos a conversar sobre amenidades. De um papo cordial na beira do balcão ela me perguntou se eu estava sozinha e se não queria sentar com ela pra gente continuar conversando. Achei ótimo, pois já estava de saco cheio de praia deserta sem ninguém pra conversar. Peguei minha canga e estendi ao lado da dela. Senti nessa hora que atraí a atenção dos garotos, que disfarçadamente notavam as minhas formas. Naquela manhã eu estava usando um biquíni branco e azul, que deixava de fora quase toda a minha bunda, e por isso achei normal a agitação. Márcia também percebeu os sorrisos, e fez uma pequena chacota com os dois meninos dizendo que os homens entram na adolescência pra nunca mais sair. E depois emendando, disse que ainda teriam de comer muito feijão com arroz, pra um dia terem uma mulher que não fosse de papel. Os dois riram de nervoso, e quase se enterraram na areia de vergonha. Márcia era uma mulher simpática e despachada, dessas que não ficam com muita frescura em dizer as coisas. Gostei dela de cara.
Ficamos num papo gostoso, regado cerveja, quando resolvi de ir ao mar pra fazer um xixi. Márcia também se levantou, dizendo que ia pegar mais cervejas.
O mar da praia do Cocal é um pouco agitado, e mesmo pra quem sabe nadar requer cautela. Os meninos já estavam ambientados e nadavam depois da arrebentação. Pra não ficar na cara o que eu estava fazendo, e também pra dar tempo pro xixi sair, resolvi dar um mergulho. Que engano. Fui traída pela profundidade do chão e o retorno de uma onda me tragou para o centro de uma nova onda que se formava, e assim fui arremessada tomando um caixote daqueles desconcertantes. Levantei tossindo água e tentando retirar o cabelo com areia da minha cara. Uns cinco segundos se passaram e quando me recompus notei que os meninos olhavam pra mim, mais fixamente pros meus seios, que só então notei, estavam completamente a mostra.
Voltei pra casa lembrando da imagem, do rosto daqueles dois, olhando pra mim naquela situação. À noite contei a história ao Rogério, ele achou graça, e me recomendou mais cuidado com o mar. Brincou dizendo que os garotos deviam me homenagear no banheiro àquela noite.
De alguma forma isso fez com que eu me sentisse um pouco perturbada por imaginar que eles pensariam em mim enquanto batiam suas punhetas naquele dia.
Márcia era a primeira, e até então, única pessoa que conhecia na cidade, e marcamos de nos encontrar na praia no dia seguinte, afinal era bom ter alguém pra conversar. Por tudo que tinha acontecido, não teve como não lembrar dos garotos na hora de escolher o biquíni de manhã. Inicialmente eu tinha pensado em um preto, de crochê, que me cobria um pouco mais, mas então resolvi colocar um branco, de lacinho que eu não usava há muito tempo por achar pequeno demais. Além disso o forro era uma porcaria e quando ele molhava acabava ficando semi transparente e dava pra ver um pouco da minha xaninha. No meu íntimo, sabia que queria provocar os garotos, mas não admitiria isso nem pra mim mesma. Também estava com medo do que a Márcia iria achar.
Quando cheguei à praia só Márcia estava na areia e os meninos ainda estavam dormindo. Ela viu o tamanho do meu biquíni e brincou dizendo, que infelizmente ela não tinha mais condições de usar um daqueles, mas que achava lindo biquínis fio dental, e completou dizendo que assim eu acabaria matando os meninos. Nós duas rimos.
O Sol estava ótimo e aproveitava a oportunidade para acertar a marquinha do biquíni, que ia ficando menor. Às onze horas, os meninos chegaram à praia juntos com a irmã de Márcia e seu marido. Confesso que na hora me senti um pouco mal, com os olhares de poucos amigos com que a irmã dela me olhou, mas depois pensei: quer saber? Dane-se. Eu nunca mais devo encontrar essas pessoas de novo. Se ela me achou vulgar, se me achou uma vadia o problema é dela. Aí nessa hora, fiquei com raiva de ter sido repreendida por aquele olhar e pra provocar me levantei e resolvi ir pra água bem devagarinho, que era pro marido dela poder ver bem a minha bunda. Na água os meninos já se divertiam, e desta vez fui mais cuidadosa ao entrar. Passei a arrebentação e com o movimento do mar, fui chegando mais perto dos meninos. Minha chegada fez o assunto acabar e então, pra descontrair comentei que o mar estava mais calmo, e que naquele dia não teríamos acidentes. Os dois riram sem graça. Apesar do tamanho, os dois ainda não tinham a menor idéia de como falar com uma mulher e acho que era isso que eu gostava naquela situação. Da inexperiência, da inocência deles.
Não sei o que me deu na hora, estava me sentindo meio adolescente também, e num movimento rápido dei um mergulho e depois me levantei rápido, fazendo com que meus peitos quase desnudos naquele sutiã transparente, passassem propositadamente da linha dá água. Sorri pra eles e nadei de volta pra areia.
Voltando pra areia minha cabeça estava a mil, e comecei a falar comigo mesma - O que você está fazendo?! Está flertando com dois garotos na frente da mãe deles! Pelo amor de Deus tenha juízo!!
E assim recobrei a razão, e resolvi que ia parar com aquela brincadeira.
Voltei pra minha canga pouco me importando com a recalcada da irmã da Márcia, e fingi não ver quando o marido dela me acompanhou com os olhos.
Quando foi chegando perto das duas horas, o pessoal começou a se agitar para sair da praia, para ir almoçar. Márcia me convidou pra comer com eles, mas não me senti à vontade pra aceitar, e pra não ficar chato disse que tinha um compromisso ainda aquela tarde. Combinamos então uma nova praia para o dia seguinte e disse a ela que iria conhecer meu marido, pois o dia seguinte era um sábado.
À noite Rogério me perguntou como tinha sido meu dia e lhe contei sem maiores detalhes com medo que ele me achasse uma tarada, sei lá! Falei do papo com a Márcia, que ela era legal e que ele iria conhecê-la no dia seguinte.
Jantamos e fomos pra cama ver tv.
Na manhã seguinte, levantamos cedo tomamos café, arrumamos as coisas pra passar o dia na praia, e partimos. Chegamos à praia sem tocar no assunto.
Márcia novamente estava sozinha. Apresentei-a ao Rogério e ficamos bebericando umas cervejinhas, enquanto Rogério se aventurou com uma caipirinha.
A irmã de Márcia então também apareceu no portão e de longe ficamos observando uma conversa com rostos sérios, seguida de abraços. Com certeza não eram boas notícias. Márcia entrou e uns vinte minutos depois apareceu novamente no portão. Um pouco abatida ela veio até nós e disse que infelizmente o sogro de sua irmã havia falecido e que ela teria de nos deixar naquela tarde, pois teria de levá-los de carro até Sobral que fica a umas quatro horas de distância, onde seria o velório. Mas que retornaria sozinha no dia seguinte. Demos os pêsames a família e aquela coisa toda, e no final quando ela já tinha juntado suas coisas da areia disse:
- Os garotos estão ficando. Se vocês precisarem usar um banheiro ou de alguma na casa é só falar com eles..... ......dá uma olhada neles pra mim, disse por fim.
Duas horas depois, estávamos torrando no Sol, Rogério começou com uma história de que precisava ir ao banheiro. Como assim precisava ir ao banheiro?
- Os homens não fazem do mundo o seu banheiro? - perguntei
- Só em alguns casos, e esse não é o caso agora. Vamos lá na casa. Não tem problema usar o banheiro deles.
- Vai lá você e pede então retruquei
- Mas eu nem conheço os moleques amor. Porra, se fosse pra você eu daria uma força. Ou então vamos ter que ir embora.
A contragosto pegamos nossas coisas e fomos bater na casa. Felipe recebeu a gente de bermuda e sem camisa. Disse que não tinha problema nenhum em usarmos o banheiro. Lá foi o cagão do Rogério se enfiando casa adentro, enquanto eu me preocupava em cobrir a bunda com a canga.
Sozinhos na porta do banheiro, Rogério virou-se pra mim e disse:
- Querida me espere um minuto que eu já venho. E me pegando desprevenida, com um movimento rápido puxou minha canga, entrou no banheiro e fechou a porta.
Fiquei sem reação. Estava praticamente nua naquele corredor. Se os garotos aparecessem iam se deparar comigo com a bunda quase que inteira à mostra no meio da casa. Eu ia esfolar o Rogério por essa. Quando eu já ia bater na porta, aquilo que eu previra aconteceu. Bruno apareceu no corredor. Pela sua cara deu pra notar que ele não esperava que eu estivesse só de biquíni, ali, em pé no corredor.
Ele me sorriu sem malícia, e me vendo em pé na porta do banheiro, disse que se eu quisesse havia outro banheiro na casa.
Agradeci. Não queria ir ao banheiro, queria era pegar minha canga de volta, e simplesmente não tinha para onde ir. Ainda mais de biquíni pela casa.
Pra não ficar sem dizer nada lhe perguntei se ele conhecia o finado e tal, ao mesmo tempo em que procurava me manter de frente pra ele. Me sentia nua no corredor. Pra piorar, pelo outro lado do corredor apareceu o Felipe e agora só se eu ficasse de costas pra parede é que minha bunda não ia ser devorada pelos olhos daqueles dois garotos.
Insolitamente uma conversa de pasmaceiras se estabeleceu naquele corredor e por um momento senti que os garotos estavam se aproveitando da situação. Sem jeito, comecei a mudar o peso de uma perna para a outra, num movimento repetitivo que só me embaraçava mais.
O Rogério finalmente saiu do banheiro. Vendo que estávamos todos na porta ainda brincou:
- Estavam todos me esperando?!
Puta da vida peguei minha canga da mão dele e entrei no banheiro. Desta vez ele realmente tinha me sacaneado. Afinal o que ele estava querendo com aquilo? Se ele achava que alguma coisa iria acontecer estava muito enganado disse para mim mesma sem muita convicção. O calor no meio das minhas pernas me desmentia e não havia como negar que aquela situação estava me dando um tesão danado.
Quando saí do banheiro não havia ninguém lá. Andei pela casa e chegando a sala, encontrei o Rogério sentado com os garotos, junto à uma mesa com tampo de feltro, embaralhando cartas. Naturalmente ele perguntou:
- Quer jogar pôquer querida?
Fiquei sem graça e não me ocorreu nada de esperto pra dizer na hora. Pensei comigo: Foda-se. Se é isso que ele quer vamos ver até onde essa brincadeira vai.
- Ok! Respondi sentando ao seu lado.
Depois de umas dez mãos de cartas o jogo já estava mais descontraído e Rogério se esforçava para isso, fazendo piadas e mexendo com os garotos. Não demorou a fome apertou. Rogério sugeriu que pedíssemos pizza, o que foi prontamente aceito por todos.
O jogo estava mais animado, os garotos estavam ganhando e então Rogério sugeriu que apostássemos:
- Pôquer não é pôquer sem apostas. Quanto vocês têm de dinheiro?
Os garotos se olharam meio sem jeito e então Rogério completou:
- tudo bem não precisa ser a dinheiro. Vamos apostar prendas. O cacife inicial de cada um será de dez fichas. Quem precisar de um novo cacife paga a prenda.
Todos concordaram. O clima na mesa já era bem descontraído apesar de os garotos falarem pouco. Em três mãos de carta Bruno perdeu seu cacife e como Rogério havia ganho aquela mão resolveu ditar a prenda:
- Um novo cacife vale uma prenda meu rapaz! Você vai ter que chupar o dedão do pé da Luciana por um minuto!
Aquela frase cortou o ar como se fosse um raio, cheia de eletricidade. O ambiente estava exatamente assim: elétrico. Todos nós enfim rimos e Felipe ficou zombando do amigo.
Sem dar muito tempo pra que pensássemos, Rogério ergueu minha perna direita que estava ao seu lado, colocando-a sobre a mesa. Modéstia a parte, gosto muito dos meus pezinhos.
- Vai meu caro, você não tem muita escolha. Aproveita que é um pezinho lindo desse e pensa que podia ser pior: você poderia ter de dançar na boquinha da garrafa disse Rogério.
O garoto totalmente sem graça, segurou meu pé com uma das mãos, e quando vi já estava em sua boca. Rogério e Felipe provocavam: - ainda faltam cinqüenta segundos!
De início, ele estava com o dedo simplesmente enfiado em sua boca. Sem chupar ou fazer qualquer movimentação. Mas pela posição dele, com o rosto para baixo tinha que chupar meu dedo para engolir a saliva de sua boca. Diante daquela situação resolvi provocá-lo. Comecei a mexer com o dedo dentro de sua boca e ele sem poder dizer nada só levantou os olhos o suficiente para ver minha cara de sapeca. Olhando nos olhos dele comecei a forçar a entrada de outro dedo em sua boca, e depois mais outro, e então todos os dedos em sua boca. Todos os dedos de meu pé estavam dentro de sua boca, e sua língua não tinha pra onde fugir sem me lamber os dedos. Sob assobios e palmas Bruno retirou sua boca do meu pé. Lancei-lhe um olhar sacana como quem agradece uma gentileza e pela sua cara ele também tinha gostado da experiência.
O jogo recomeçou. A experiência de Rogério pouco à pouco ia fazendo a diferença, e todos nós, inclusive Bruno com seu segundo cacife, fomos ficando sem fichas. Fugi de todas as rodadas seguintes com medo de perder e o Rogério aprontar uma pra mim. Deu certo! Foi Felipe quem acabou ficando sem fichas primeiro. Como Bruno é quem havia ganho aquela rodada coube a ele decidir a prenda de seu amigo. Sem titubear ele disse:
- Você vai ter que chupar o outro pé, só pra deixar de ser malandro.
Eu que já estava com a boceta ensopada por toda aquela situação. Simplesmente levantei a outra perna, mas dessa vez, ao invés de deixar os dedos apontando para cima, forcei o pé para que ficasse chapado. Felipe não sabia o que fazer e era isso que eu queria. Levantei então, somente o dedão e ele esperto entendeu que era ali que ele ia chupar. Baixou a cabeça e começou. Dessa vez um silêncio tomou conta da sala por um minuto até que ele terminasse.
Pra quebrar o gelo disse rindo, que estava me sentindo uma rainha tendo os pés beijados daquela forma. Os dois estavam excitados com a brincadeira e a pizza chegou pra dar uma acalmada nos ânimos.
Rogério pagou a pizza e os dois foram a cozinha pegar os pratos.
Foi então que Rogério chegou ao meu ouvido dizendo:
- amor estou morrendo de tesão!
- Eu também estou adorando. Acho que vai acontecer alguma coisa, disse excitada. Mas eu estou com vergonha de você aqui pra seduzir os meninos e acho que a sua presença inibe eles também. Você podia dar uma saída e voltar em uma hora sugeri.
A idéia não agradou em cheio a ele, mas como era pra facilitar ele acabou aceitando. Assim, comemos a pizza, conversamos um pouco e então quando os dois sugeriram que voltássemos ao pôquer, o Rogério disse que iria pegar uma caipirinha na barraca e que talvez desse uma caminhada na praia para digerir a pizza, mas que podíamos ir jogando sem ele. Já eram umas 6 horas da tarde, mas ainda fazia bastante calor.
Foi uma retirada perfeita. Mal Rogério saiu, retornamos ao nosso jogo.
Eu estava excitadíssima com a missão de deixar aqueles dois com tanto desejo, a ponto de serem capazes de avançar o sinal comigo. Mas queria que acontecesse quase que naturalmente.
Assim, recomeçamos o jogo. Eu estava louca pra perder pra ver o que eles me mandariam fazer. Como estava com poucas fichas, em duas mãos de carta perdi tudo e precisei de um novo cacife. Era Bruno que devia indicar a minha prenda. Ele me olhou com um sorriso, olhou para o amigo e por fim disse que não sabia o que propor. Pelo jeito como ele já tinha me olhado não era falta de imaginação, mas de coragem. Vendo que não ia ter jeito, me levantei e disse:
- Então vamos fazer o seguinte, já que o Rogério saiu, vou jogar sem a minha canga pra vocês apreciarem a beleza da minha companhia, e essa fica sendo a minha prenda. Pode ser? perguntei ao mesmo tempo que virava de costas para a mesa e tirava a canga.
Bruno não conseguiu falar nada. Seu rosto estava vermelho e ele estava visivelmente abalado. Achei até que tinha sido demais. Foi Felipe que conseguiu dizer simplesmente OK!, e então me sentei para continuarmos.
Antes que voltássemos a dar as cartas resolvi decidir de antemão qual seria a próxima prenda, pra coisa fluir mais rápido. Assim sugeri que continuássemos com o que eu já tinha começado. Quem perdesse deveria tirar uma peça de roupa.
Os dois começaram a se soltar mais e Felipe brincou dizendo que agora eu tinha pouca coisa a barganhar. Mais do que você pode ver respondi sorrindo.
Mesmo jogando propositadamente desleixada, não consegui perder minhas novas fichas em apenas duas rodadas. Era Bruno quem ia precisar de outro cacife.
Bruno estava apenas de bermuda e portanto teria de ficar só de sunga ou cueca.
Ele começou a ficar vermelho, tentando se safar disse que sua prenda poderia ser outra coisa que escolhêssemos. Mas eu não concordei. Disse que havíamos combinado antes e que se fosse eu teria perdido a parte de cima do biquíni. Bruno não sabia o que dizer, e diante da minha pressão virou-se de costas, abaixou a bermuda ficando apenas de sunga e, rapidamente virou-se, e sentou-se.
Apesar da manobra ele não conseguiu esconder o que queria: sua ereção dentro da sunga. Nessa hora achei que era o momento de escrachar de uma vez.
- Você tem uma lanterna na sunga ou está feliz por me ver Bruno?
Antes que ele respondesse disparei: - você também está assim Felipe?
Talvez pela expectativa do momento ele não conseguiu dizer nada e apenas acenou positivamente com a cabeça.
Então vamos fazer o seguinte: uma nova aposta, se vocês ganharem de mim nesta rodada eu retiro mais uma parte do biquini, e se eu ganhar eu vocês vão ter que chupar meus pés novamente, só que dessa vez, com o pé inteiro, ou até onde ele entrar, combinado?!
Os dois aceitaram. Recebi as cartas. Uma trinca de ases. Troquei os três, afinal não queria ganhar. Deu certo. Cartas na mesa. Bruno ganhou.
Fiquei de pé e retirei a parte de cima do biquini, meus seios estavam durinhos de excitação e os meninos perceberam, o clima indicava que algo estava prestes a acontecer. Tomei coragem e falei aos dois que como não havia mais prendas a jogar, caso eu perdesse faria um carinho neles.
Voltamos ao jogo, outra rodada, e propositalmente perdi, Bruno ganhou novamente!
O clima então ficou de excitação pura. Os meninos estavam tensos, e eu apesar de estar disfarçando ser experiente, também estava nervosa, pois aquilo não deixava de ser novidade para mim, afinal era a primeira vez que tinha algum contato fora do meu casamento.
Os dois ainda estavam sentados. Disse então pro Felipe:
- como foi o Bruno que ganhou ele será o primeiro. Enquanto isso você vai até a varanda e fica de vigia pra avisar caso o Rogério esteja vindo.
Não sei porque disse aquilo, mas a verdade é que não queria que o Rogério me pegasse ali de surpresa.
Felipe então foi para a varanda e eu fiquei ali sozinha com o Bruno que continuava sentado.
- você vai ter que tirar essa sunga! Eu disse
Ele então se levantou tirou a sunga e tornou a sentar. Seu pinto era lindo. Nem grande nem pequeno, com a pele bem branca, quase rosado e com poucos pelos em volta. Olhei pra ele e sorri. Só de ver aquele pinto já estava com o coração em desembalada. Então me ajoelhei em frente a ele e com carinho segurei no seu instrumento. Estava duríssimo. Olhei pra cima, e dando uma lambidinha em seu saco perguntei a ele:
- alguma mulher já fez isso com você?
- não
- você já transou antes?
- não
- então aproveite que você tirou a sorte grande.
E segurando seu saco com uma das mãos, comecei a lamber lentamente de baixo para cima. Senti seu pau vibrando e no segundo seguinte, uma corrente de líquido saiu. Surpreendida, chupei com habilidade sem deixar escapar nem uma gota daquele gozo juvenil. Não esperava que ele gozasse tão rápido.
Estava com as pernas bambas e só de pensar que havia outro pau pra chupar em seguida escorria líquido pela minhas pernas.
Bruno estava com um sorriso que enchia seu rosto. Na hora pensei que aquele menino nunca iria esquecer o que acabara de acontecer. Sem saber o que dizer, colocou a sunga e foi avisar o amigo. Quando Felipe chegou eu ainda estava de joelhos em frente a cadeira.
Abri então sua bermuda e baixei suas calças de uma só vez. Seu pinto duro apontou em minha cara de um jeito bastante provocador. Felipe tinha um pinto diferente de todos que eu já tinha visto. Fazia uma engraçada curva pra direita, era moreno, também com pouco pelo em torno, e era comprido, devia ter uns dezoito centímetros. Um pintão.
Felipe não se sentou. Fazia uma pose de mais experinte, colocando as mãos na cintura e olhando para baixo como quem diz : - estou esperando mas era só pose.
Ajoelhada em sua frente, disse a ele que seu pau era muito grande e era pra ele ir com calma comigo. Ele deu um sorriso, e vi seu ego ir nas alturas. Com calma, segurei se pinto pela base, e bem devagarinho dei início a um entra e sai da minha boca, tentando retardar um pouco seu gozo. Aos poucos ele começou a ritmar umas estocadas em minha boca e assim tinha de manter uma mão sempre na base pra evitar que me invadisse a garganta. Ele estava muito espertinho pra um garoto, e resolvi tomar conta da situação. Com a mão direita que estava livre segurei o seu saco e em seguida esfreguei com a palma da mão até o meio do saco. Repeti o movimento umas duas vezes ...
- calma! não faz isso! disse ofegante
- o que foi?? Retruquei! Porque não?
Ele me olhava sem saber o que dizer
- se você não quiser nós podemos parar por aqui então - sugeri.
Ele continuava sem saber o que falar.
- vem cá pra eu não vou arrancar nem um pedaço seu eu prometo!
Ele ainda estava receoso, então eu disse olha, também fiz com o Bruno e ele gostou. Você também vai gostar. Eu te prometo. Se não estiver bom eu paro, ok?!
Ele então sem dizer nem uma palavra se aproximou novamente, parou em minha frente, pôs as mãos na cintura e olhou pra cima.
Antes de recomeçar, retornei exatamente a posição anterior. Com uma das mãos espalmada em seu saco e a outra segurando a base do seu pênis. Ao mesmo tempo em que ia enfiando seu pau em minha boca bem devagarzinho, iamassagenado seu saco. Ele estava tenso. Comecei então com movimentos mais vigorosos nas chupadas .Pouco tempo seu pau estava batendo com força na minha garganta; Daí pra frente parei de movimentar minha cabeça e fui aumentado a velocidade da minha mão, até que ele não agüentou mais e explodiu num gozo de jatos fortíssimos e abundantes dentro da minha boca.
- eu não disse que não ia tirar pedaço?!!
perguntei assim que consegui engolir tudo
- foi gostoso respondeu com cara de satisfação.
Sentei novamente na cadeira para recuperar um pouco o fôlego. Estava me sentindo uma vadia e estava adorando!!!!! Adoro fazer sexo oral, mas minha buceta estava em chamas e eu ainda não havia gozado.
Deitei cansada no tapete da sala... Felipe se aproveitou e deitou sobre meu corpo e começou chupar meu pescoço, começou a me beijar, nos beijávamos loucamente, sentia o calor de sua boca, sua língua, ele foi descendo e chegou aos meus peitos...Um de cada vez, mordiscava cada pedacinho...Chupava como se estivesse mamando, desceu pro meu umbiguinho, beijando...
Foi descendo mais um porquinho, logo acima da minha xaninha, e cada vez mais eu pedia pra ele descer, mas não o fez...Ele começou contornar toda minha xana molhadinha, desceu a língua na parte interna das minhas coxas me deixando louca, depois desceu para os meus pés, me fazendo abrir mais ainda as pernas e pedir pra ser penetrada...Bruno chegou viu a cena e ficou assustado!
-O cara vai chegar e vai nos matar! Disse
Falei para ele não se preocupar pois Rogério iria demorar.
Chamei-o para perto de nós e ele resolveu participar também, chegou perto de mim, e meio sem jeito começou a me beijar na boca. Felipe beijava minhas pernas, estava louca de tesão, beijava meus pés, minha panturrilha, eu estava dorando ser devorada pelos dois garotos. Felipe então foi subindo e abriu minhas pernas e de uma vez puxou a calcinha do meu biquini me deixando nua.
Minha xaninha depilada estava pedindo para ser penetrada, ele então colocou seu pintinho na minha vagina,eu me preocupei pois estava sem preservativo, mas o tesão falou mais alto e pedi que ele me penetrasse. Ele então colocou a cabecinha bem devagar e começou um vai e vem gostoso, eu aproveitei e comecei a chupar o pau do Bruno, foi quando Rogério entrou e viu a cena! Os garotos quase morreram não sabiam o que fazer!
Rogério com um cara estranha, apenas disse: Bela vagabunda você Luciane, se entregando para dois moleques! E num ato contínuo falou para proseguirmos, os garotos não sabiam mais o que fazer, foi então quando Rogério me pegou e fez com que eu deitasse em cima dele, como uma bela domadora para cavalgar!
Encaixei seu pau no meio de minhas pernas que a pouco estava sendo penetrada por um garoto, havia liquido do garoto, o que facilitou a penetração. Começamos a nos movimentar, e ele aproveitou e abriu com as mãos a minha bunda e falou para os garotos, quero um de vocês aqui, passando seu dedo no meu ânus. Bruno chegou meio sem jeito e apontou seu mastro na porta da minha bundinha, arrebitei mais, Rogério parou o vai-e vem e ficamos parados, enquanto Bruno forçava a entrada de seu pênis no meu ânus, estava apertado e não entrava. Rogério então resolveu facilitar, colocou um dedo, depois dois e depois três dedos na minha bundinha, abrindo aos poucos..Bruno se posicionou novamente e colocou a sua cabecinha, senti um pouco de dor, e ele continuou a forçar, cedia pouco a pouco...começamos a nos movimenta bem devagar, Rogério por baixo e Bruno por cima, eu não estava mais aguentando de tesão, Felipe chegou e colocou seu pau na minha boca, eu chupava enquanto era fodida na buceta e no cú!
Não estava mais aguentando, não dava mais para resistir e gozei loucamente em um grito...ohhhhhhhhhhhh!
Sem jeito, sai daquela posição e deitei no chão, assustada, tanto o garoto com meu marido não haviam gozado ainda, Felipe veio perto de mim, e num ato instintivo abri minhas pernas para o garoto, que não pensou duas vezes e colocou seu penis em minha vagina, fizemos um vai-e-vem bem devagar, gostoso, senti o garoto ejacular dentro de mim! Fui a loucura com isso! Virei-me de barriga para o chão ficando com minha bunda para cima, sabia que os garotos não iriam resistir, Bruno chegou, deitou por cima de mim, e colocou seu penis por entre as minhas pernas, senti o calor do garoto, num movimento que me levou a loucura, senti os jatos de porra inundarem minha boceta!
De minhas pernas escorria esperma dos dois garotos. Rogério me pegou, sentou do chão e pediu que eu sentasse por cima, de costas pra ele, sentei, mas ele queria minha bundinha, abri aos poucos e meu anus foi sendo penetrado até a base de seu pinto, fiquei deitada com as costas em seu peito, de pernas abertas, Felipe se aproximou novamente e começou a enfiar os dedos em minha boceta enquanto Rogério se deliciava com seu pênis em meu anus, o garoto colocou 2, 3, 4 dedos, encaixou a mão toda em minha vagina que ja estava toda aberta, gozei loucamente mais uma vez!!!
Depois dessa transa fui colocar meu biquini, para sair logo dali. Hoje em dia nós somos amigos mais nunca mais, eu e meu marido fizemos outra loucura dessas.




Carla - fodida na praia

Sou a Carla, tenho 41 anos, heterossexual, 1,65 de altura, 60 kg, peitinho pequeno, bumbum médio, coxas grossas e cintura fina, casada há 20 anos, liberada pelo corninho, já fui comida por homens de diferentes tipos, calibres e idades. Tenho uma grande amiga, Marcela, com a mesma idade que eu e quase o mesmo corpo, a diferença que eu tenho mais bumbum e ela mais peitos. Não escondemos uma da outra nossas transas fora do casamento. Dia desses ela me convidou para passar uns dias em Itapoá, uma praia de Santa Catarina, topei na hora e ao me despedir de meu maridinho já o avisei que ele seria corneado. 
No primeiro dia de manhã, muito sol, calor e uma praia quase deserta, como eu gosto, eu de biquinizinho branco fio dental e a Marcela de biquinizinho vermelho, já recebemos diversas cantadas, dentre elas dois surfistas de vinte e poucos anos, me deixaram molhadinha e sorridente, pra disfarçar fomos para a água, eu peguei o mais alto, um moreno sarado de coxas grossas e mãos enormes, em meio a beijos deliciosos que me deixavam sem ar e mãos explorando nossos corpos quase transamos, mas preferi levar meu surfista para um canto mais discreto da praia, sem tirar meu biquini ele já mamou meus peitinhos, apalpou meu corpo todo, não parou de me elogiar, chupou com vontade minha xana depilada e doida para ser fodida, me pegou no colo com facilidade e enfiou sem dó aquela vara deliciosa na minha xana gulosa, fui ao paraizo sentindo com prazer suas estocadas fortes e vigorosas produzindo em mim orgasmos deliciosos, meus gritos de prazer eram bloqueados por seus beijos demorados e quentes, quando já estava toda mole de tanto prazer recebi dentro de mim sua ejaculação forte e deliciosa, foi tanta que escorreu por minhas coxas, enquanto nos recuperavamos, busquei seu pau e chupando com gosto o resto de esperma que ainda brotava daquela cabeçona, deixando-o limpinho e pronto para mais sexo, dessa vez ele chupou meu cuzinho, e tão bem que já fiquei de quatro louca para ser sodomizada, o rapaz sabendo do tamanho de sua vara me penetrou com cuidado e carinho, quando senti que a cabeça daquele pauzão estava dentro de mim joguei meu corpo de encontro aquela ferramenta de prazer engolindo tudinho, tive um pequeno orgasmo nesse momento e perdi todos os pudores quando ele começou a movimentar-se tão vigorosamente que se o mundo acabasse ali eu estaria realizada. Mudamos de posição várias vezes e enquanto eu o cavalgava com gosto, sendo empalada por seu pau divino ele gozou muito gostoso, ficamos abraçados por um bom tempo com seu pau ainda entalado em meu rabinho, trocando carícias e beijos deliciosos, infelizmente os dois estavam voltando a tarde para suas cidades, almoçamos juntos e nos despedimos ainda no restaurante. Depois de um cochilo nós duas voltamos à praia dispostas a tomar sol e recompor as energias com muita água de coco. 
Enquanto caminhavamos pela praia, uma contou a outra como tinha sido a trepada com seu surfista em meio a muitas risadas, quando voltavamos fomos abordadas por oito bombeiros que estavam trabalhando na praia como salva vidas, cada um maior que outro, corpos atleticos, jovens e bonitos. Como a tarde estava muito calma na praia, eles ficaram se alternando entre seus postos de trabalho e nós duas. Meu ego estava explodindo recebendo tanta atenção daqueles gatos, a tardinha fomos todos para um charmoso barzinho com muitos petiscos e caipirinhas de frutas, sem vergonha nenhuma nós duas já eramos acariciadas e beijadas por todos eles, antes que fossemos expulsos do barzinho fomos levadas para a casa de um deles, já na sala ficamos peladinhas e fizemos boquetes em todos eles, dois deles mais apressados deitaram-se no chão ficando com seus paus gostosos e duros de tesão a postos, eu e a Marcela rapidinho assumimos nossas posições cada uma empalada por uma vara gostosa, outros dois se posicionaram enfiando seus paus gulosos nos nossos rabinhos, enquanto outros dois colocaram seus membros em nossas bocas. Ficamos transando até outro amanhecer o dia, os rapazes eram muito viris e jovens, mal gozavam e já estavam prontos para outra sessão de foda, nós duas estavamos esfoladas de tanto sermos fodidas, mas felizes por termos conseguido saciar aqueles jovens garanhões, assim nossos dias eram divididos entre muita praia e sol e sexo, muito sexo com nossos bombeiros insaciáveis.   




Corno desconfiado

Esposa - Olha corno vem lamber meu cuzinho
Corno- Amor eu não entendo o porque todos os dias o seu cu estar ficando mais largos
Esposa- è porque você chupa ele todos os dias seu corno inútil.
Corno- Faz sentido ! 
12 horas depois...
Comedor - cu gostoso em sua puta.
Esposa- Marcus ! Vai de vagar porque o corno anda perguntando sobre o rombo que você me faz com esse paulzão  




Quando o corno chega cedo em casa.

Olha corno foi chegar cedo em casa sem avisar, escutou o chorinho e ficou escondido só vendo o verdadeiro comedor dando um trato em sua esposa no solfar que você comprou
Agora corno você vai fazer o que? Claro que você vai só esperar para não atrapalhar e depois cuidar do cu de seu amorzinho 

Marido abrindo sua esposa para mim..

Corno de verdade tem que ajuda bem de pertinho para da apoio a esposa

Casada gostosa levando pica de 26cm no cuzinho


Casada dando o cu pro negao e gemendo gostoso

Coitada perdeu as ultimas pregas do cu e seu corno registrou tudo de lembrança, sonho de todo corno.

Fazendo a festa com as mulheres dos cornos

Todo casal deve participar almenos uma vez de uma festa dessa, no final da para imaginar como sua esposa ficaria.

Comedor enfia ate o talo na esposa do corno e corno filmando tudo

O corno ainda pede para ele ir com calma, mas todos nós sabemos que quem manda é o comedor então ele enfia tudo ate o  talo sem dó, olha cornos um dia vai acontecer isso com vocês e sua esposas.

Negão arrombando o cu da coroa casada

Corno não se engane, se uma dia sua esposa liberar o cu para algum negão pode ter certeza que o tão amado cu não voltara o mesmo.