CONTOS ERÓTICOS
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Minha esposa hoje nem foi trabalhar. Está em casa, com o ânus completamente arrombado. É correndo para o banheiro direto. Entramos em contato com Paulin. Ela estava louca para levar a vara dele na bunda. Avisei e avaliamos nas fotos e filmes que é grande demais. Mesmo assim a vagabunda quis. Há mais de um mês que ela fala do desejo de ter a pica dele na bunda. Então concordei. Entramos em contato com ele há umas duas semanas e finalmente ele veio aqui em nossa casa ontem, sete de setembro. Moramos no Parnamirim, aqui no Recife. Ficamos na piscina e ele chegou. Minha amiga, quando o macho fica com short de banho, minha esposa e todas as esposa do condomínio logo olharam aquela coisa imensa sob o calção. Realmente enorme. Ficamos batendo papo e no final da manhã fomos para nosso apartamento. Minha esposa confessou estar louca por aquela rôla. Chegando lá ela logo beija ele na boca, ali na minha frente. Estava com tanto tesão que ajoelha na frente do puto, baixa o calção e começa a chupar. Puta merda, que caralho grande. Quando ficou duro ela nem conseguia colocar na boca. Ficou punhetando ele, dando beijos e lambidas na cabeça, no corpo e no saco. Ele pediu a bunda dela, enorme e gostosa. Fomos aqui para o quarto. Aí começou o martírio dela. Melei bastante dentro da bunda dela com lubrificante. Paulin passou bastante no pau. Ela fica de quatro. Quase não acredito. Não dava para imaginar aquilo tudo na bunda de minha mulher. Ele encosta e começa a empurrar. Ela começa a gemer alto. Falo que não pode, por causa de vizinhos. Ela coloca a cabeça no travesseiro, para abafar. Ele vai empurrando devagar. Falo para ela fazer força. Ela geme e grita abafada pelos travesseiros. O macho vai empurrando. Ela começa a chorar e não sei o que fazer. Fico na dúvida de estava gostando ou queria parar. Mas a puta mandava ele ir devagar. Fiquei preocupado em abrir demais e causar algum dano. Mas também o tesão em ver isso estava enorme. Demorou uns 10 minutos de entrada vagarosa, mas logo aquele caralho monstruoso desapareceu no rabo de minha mulherzinha. Ele acariciava suas costas, com a pica na bunda da safada, enquanto ela ainda gemia e chorava de dor. Devagar ele vai tirando o pau e eu vendo o quanto o cu estava dilatado. Ela começa a falar que vai se cagar ali mesmo. O macho fica ainda com mais tesão e começa o vai e vém na rabada dessa casada puta. Como ela se peidava. Também, com uma coisa daquelas entrando e saindo. Ela urrava de dor embaixo do travesseiro, chamava palavrões e mandava ele meter ainda mais forte. Nunca pensei em ver algo assim no rabo dela. E ele gozou pra caralho com a pica enterrada, gemendo e chamando ela de casada puta. Ela logo goza, com aquela tora na bunda e se masturbando. Quando ele tira, o buraco que ficou me impressionou. Dava para colocar o punho nele. E a vagabunda ainda deu o rabo mais duas vezes ontem a ele, em nossa cama, enquanto fiquei tomando cerveja e assistindo ao jogo. Dá sala só escutava os gemidos dela e quando gozavam. Selma, realmente foi demais e queremos mais vezes.

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deliciosa eu comedo de esposa whatsapp11982530669
EITA PUTA GULOSA....DELICIA!.....COMEDOR EM GUARUJÁ PARA CASADAS LIBERADAS PELO MARIDO - hmaduromaduro@gmail.com - EXPERIMENTA!
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Oi
Sou Bira, o 'Marquês de Copacabana'. Fui casado mas meu casamento durou 3 anos. Não por falta de boceta e cú e sim porque não nos dávamos bem. Dali até hoje, solteiro. Estou com 61 anos. Muitas mulheres no currículo. Procuro e sou procurado por mulheres e casais devido à minha condição de bem dotado. Quando cheguei aos 60 anos pensei que seria o meu crepúsculo sexual estaria se iniciando porém ledo engano. Muitos casais surgiram na minha vida, porém, a coisa se intensificou nos últimos anos e, após o sessenta, até casais 'novinhos' apareceram. Acho que passo a experiência de vida. E existem, acreditem, homens muito cornos. E, homens mais velhos como eu são iscas para estes chifrudos. Mulheres mais jovens, não tão novinhas assim, acima dos trinta anos, balzaquianas, casadas e mães, sabendo da condição de ter um marido corno ao lado, mesmo não sendo corno também, só elas, por vontade própria, procuram homens mais velhos. Vejam. É preciso saber onde procurá-los também. Litoral, mais fácil. Não que no interior não tenha estes casais mais no litoral, de norte a sul, certas praias, ajudam e muito. E onde se hospedar. Hotéis onde tenham muitos turistas. Já sabemos que certos cruzeiros são feitos para este motivos mas caçar e ser caçado acho é melhor. Espírito Santo, Marataízes. Janeiro deste ano. Peguei minha caminhonete e segui para lá, passar uma semana descansando. Hotel, o preferencial, claro, com turistas. Logo estou na praia. Com a barraca e cadeira do hotel, me acomodo e vou até ao mar. Quando volto, estava de sunga, precisa ser assim, noto que um casal me observa. Sento-me e fico lá, tomando um sol. Bebo um caipirinha que aceitei de um rapaz que trabalha para o hotel em uma tenda do mesmo que serve bebidas e alguns petiscos. Vida boa. De óculos escuros, olho para o casal num momento em que o homem vai ao mar se refrescar. Uma loira com um rabo fenomenal. Ele volta, pega o celular. Fala algo... Ela se levanta. Mulherão.
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Biquíni é de puta. Não era um biquíni comum, que, em certas mulher, as mais rabudas, desaparece. Era fio dental mesmo. De quatro, ajeitando a toalha pois o sol havia mudado o seu ângulo( a Terra, na realidade), deu para ver de longe o cuzinho dela ! E o homem fotografando. E que belos montes quando deitada... E ele fotografa. Casais geralmente brincam com isso mas não em público. Praia estava mais para vazia porém ali via-se o caráter do homem e dela. Exibicionista. Notei a aliança dourada no dedo dele, mão esquerda. Procurei o da mulher, que ficou pelo menos meia hora deitada de bruços tomando sol. Levantou-se, foi ao mar. Linda. Uma sereia. Na volta, vi o anel. Casados. Ele, de vez em quando olhava para mim. Algumas vez falava algo para ela. Não dava para escutar. Um som, até bom, jazz, bossa nova, blues... nada de funk ou pagode. Porém atrapalha escuta-los. Ela sorria de volta e falava algo também. Como mulheres são mais discretas, e ainda usando um grande óculos escuro, notei que olhava na minha direção quando vinha do mar após um mergulho porém só teria confirmação no final do dia. No hotel.
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Sim. Um pouco gordinho mas o poderoso grossão está lá
Noite. 8 horas. Estou esperando o vallet do hotel pegar o meu carro. Uma indicação do recepcionista de um ótimo restaurante de frutos do mar. Escuto o mesmo pedido do casal da praia e o mesmo local foi indicado. Ficam atrás de mim. O outro vallet e este não estava presente. Como tinha ouvido a mesma indicação, perguntei "sem querer querendo", pois estávamos indo ao mesmo local, se não gostariam de ir no meu automóvel. Surpreso, vi a mulher, com sotaque sulista, responder que sim. No carro, ela no banco de trás, ele no banco do carona, muito simpáticos, me convidaram para jantarmos juntos. Topei. Contei que tinha ficado próximo à eles e eles confirmaram que tinham me visto. Entramos no restaurante, mesa de frente para o lindo mar. Lua cheia. Não ventava. Se fosse minha esposa, tiraria um pote com vela acesa porém o Mário nem se tocou. O nome dele. Ísis era muito extrovertida. O papo rolou fácil regado aos ótimos vinhos brancos. Comida excelente. Combinamos no outro dia irmos a outra praia da região. Praia das Falésias. Tudo correu de forma mais tranquila naquela noite. Um pouco de troca de olhares entre mim e Isis. Mas convehamos. Loira, bronzeada de praia, linda de rosto. Olhos verdes e boca carnuda... Pescoço e ombros com vontade de beijar. Usando mini saia, suas coxas e sua bunda, lindas. Par de seios generosos, tamanho ideal. Bunda, esta já conhecida, cuzinho a mostra, de manhã, repetindo, totalmente comestível ! Mário sabia que mulher como ela não é só para um. Será se for muito leal e ele não ter sonhos maliciosos com ela. E deixar que ela perceba isto. Se o marido tentar transformar o sonho dele em realidade, correrá o risco da esposa ir contra e a relação azeda, ou trauma se instalará. Ou indo a favor do sonho do futuro corno, a putaria reinará. começará com um macho comedor. Depois dois... Talvez parem por aí porém poderão ir até mais 'longe'. A idade deles, conversando, descobri. Mário e Isis, 38 e 39 anos. Ela era mais velha que ele por meses. Na praia, mudara o biquíni, agora, preto.
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A exibição era claramente para mim apesar de Isis fazer o mesmo que todas as mulheres fazem nas praias. Porém para um bom observador, a velocidade com que uma mulher se acomoda na toalha de praia para se bronzear de bruços diz muito. Antes, o tempo que ficou de quatro encima da toalha. Um tempo absurdamente grande, sem necessidade. Empinando a bunda. Deitou-se ainda empinada, como uma coreografia. Após deitada, ainda empinou a bunda e jogou a preciosidade carnuda para os lados duas vezes. O papo a seguir, com o marido, foi surpreendente. Me deixou até duvidando se eram casados. Parecia um diálogo com um cafetão e a prostituta ali na nossa frente. Mas um cafetão que não queria dinheiro. Só diversão para ele e ela. Eles já são pais de dois meninos. Mostrou as fotos no celular dele. Família. Pais, avós... Condição financeira estável. Ele, pequeno empresário e ela professora primária em escola particular. E ele começou a falar. "Ela é linda. Deixa os homens loucos de tesão. Fazemos de maldade. Perversidade mesmo. Sabíamos da dificuldade de homens irem além e nos divertíamos com isto aí. Fazíamos isto, ela, eu só observo, gosto de observar, e nada acontecia...","... como assim, 'nada acontecia'? Vocês queriam que algo acontecesse ?"
" Claro que não, no máximo, alguns tiravam o pau para fora e batiam uma punheta , pediam meu consentimento antes. Vi cada jorro incrível mas, certa vez, um homem de quarenta e três anos, Luizão, no Ceará, praia escondida, todas as praias que escolhemos são vazias, escondidas, pedindo a mesma coisa, uma boa punheta vendo o belo rabo de minha esposa, pau dele era colossal, tipo o seu , batendo bronha forte, solicitou-me ir até ela para que Isis ficasse de quatro. Para mim, tudo bem, fui até lá e pedi para Isis ficar de quatro. Ela topou... Foi quando notei o homem de pé, segurando o gigantesco pau em riste, outra mão passando um líquido na cabeça dele. A bebida a visão enlouqueceu e o cara. Fui até ele mas deu-me um empurrão que caí na areia, de bunda. Ele encostou a cabeçorra do imenso membro no cuzinho dela e com a outra mão segurou pela cintura. Para não escapar. Quem ficou excitado fui eu ! O cara era feio de mais mas um caralho comprido e grosso. Isis olhou para mim assustada mas e disse: 'segura esta, amor. Vai ser gostoso'. E ela deu um gritinho já que a penetração da glande foi de surpresa. Luizão foi bacana, enrabou só com a cabeçorra, o tronco ficou de fora. Ele continuou batendo punheta. Bufava e dizia 'coisa boa... coisa boa...' com uma perna ajoelhada e a outras apoiada no próprio pé. Cena fantástica. Isis aceitou e quando ele gozou forte, muito forte porque porra saiu do cú sujando a toalha, sorriu. Uma filha da puta. Amo esta mulher..."
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Aí, após o Luizão se tão atrevido, vimos que poderíamos incrementar o sexo. Somos casados há 12 anos. Nasci com 'pré disposição' para ser corno. Meu pai era. Aliás, é. Mamãe é puta... só agora acalmou...","....Quê? Como você sabe disso ? Da vida sexual do seus pais ?",''Bah ! Vi sem eles perceberem. Nas férias escolares... Recebiam, minha mãe e meu pai..., na nossa casa, na garagem tinha uma porta no final de acesso para um local para depósito. Eu tinha ido passar uma semana na casa de um amigo mas nós brigamos e como era perto de casa, 5 quarteirões, peguei minha bicicleta e minha mochila e voltei para casa tarde da noite, 23 horas"
"Quantos anos você tinha'', perguntei."13 anos...", respondeu. "É a idade de muitas descobertas envolvendo sexo... Peguei meu pai enrabando a amiga de minha tia, irmã de minha mãe... Sofreu. O velho tinha um pau gigante. Como o meu. Herança dele...","... Toletão, diga-se de passagem. Bom, chegando em casa, toquei a campainha mas ninguém atendeu. Olhei para o fundo do terreno, para a garagem, os carros, lá, portão aberto e a luz acesa do depósito, passando pelas frestas da porta. Ia me encaminhando para lá quando um homem alto entrou pelo caminho até a garagem, um cara grande. Meu instinto de pequeno investigador policial, defensor do lar, se acendeu! Fui devagar, atrás, caso fosse um ladrão. Ele passou pelos carros e abriu a porta. Deu para ver minha mãe e meu pai, ele, sorridente. Papai fechou a porta. Achei estranho o sorriso dele... Mas continuei indo até lá. Não tinha maldade ainda , de comportamentos sexuais mais complexos, apesar de já começado minhas primeiras punhetas vendo revistas masculinas dele. E algumas incursões na internet mas com medo que eles vissem. E vergonha do que estava fazendo. E os papos com amigos, uma mentira atrás da outra, No meio, talvez, alguma verdade... 'Vi a irmã do Marcos chupando o pau Tiago do futsal, no vestiário feminino, que estava vazio naquele momento...'. Todo mundo ria, como ele tinha entrado lá ? Anos depois, perguntei a canalha se tinha sido verdade aquilo. Ele se escondia para ver as meninas se trocando. E a irmão do Marcos já está no terceiro casamento. Fez dois cornos. Bom, então, fui até a porta do depósito e ouvi um papo esquisito. 'Joaquim, bota na bunda da minha esposa, por favor... Ela que sentir dor e ao mesmo tempo tesão. Ela adora dar a bunda e eu tenho nojo... Vai lá, você que é comedor de rabos, faça-me este favor, amigo',' Com KY, azeite ou vaselina, doutor ?',' Na moda antiga, vaselina pasta... Ai, que tesão, né, meu amor ?',' Velhos tempos, né, corninho meu. Apesar que você não comparecia. Eram os meus outros namorados...', a voz da mamãe... Fui para uma das janelas do depósito. Tive que pegar um latão e colocá-lo com todo cuidado. subi nele e vi tudo !
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O Joaquim comeu com vontade, com força ! Mamãe pedindo mais e mais, meu pai batendo punheta, excitado à beça, olhava de todos os ângulos possíveis, até incentivava o comedor. 'Toma na bunda, safada ! Sinta o grosso no cú, cretina...', dizia com olhar perverso e sorriso maldoso segurando os cabelos da minha mãe. Ela chamava ele de corno safado, pedia para olhar o que um macho de verdade faz com uma fêmea. O comedor não aliviava, metia o porrete, grande e grosso, com vontade, dando vários tapas na bunda de mamãe. O sujeito ficou mais de 10 minutos fodendo o rabo de minha mãe. Quando ele gozou, ela gozou também. Meu pai, aproveitando que o Joaquim sairia de dentro da bunda dela, se enfiou na boceta e fodeu até gozar, coisa rápida. Depois, houve uma pausa. Retornaram mais uma vez, mamãe de pernas abertas encima da mesa com Joaquim fodendo-lhe forte a boceta. papai dando o pau para ela mamar. Gozei sem tocar punheta e me vi como meu pai. Joaquim era um pastor de uma pequena igreja evangélica em outro bairro próximo ao nosso. De bicicleta, com amigos, vi ele entrado numa loja pequena que era uma espécie de lugar de culto. Parei para ver. Voltando outro dia, esperei e ele apareceu. Logo, poucas pessoas entraram. Quando voltei para casa, os cuidados de meus pais redobraram. Sabia que não poderiam receber o Joaquim com a Luzia, empregada deles, lá. Só folgava sábados e domingos. Como ia ao clube sábado e domingo, era no horário que estava lá. Peguei várias vezes o pasto Joaquim indo enfiar o cajado purificador na minha mãe...kkkkk "
Bom, aconteceu na praia. Na saída da praia. Próximo e no carro deles. Paramos numa estradinha para lugar nenhum. Isis estava louca para dar para um coroa. Fodi ali mesmo, num pequeno matagal. Na boceta. A principal iguaria ficaria para depois
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Preferi enraba-la no meu quarto. Não tínhamos lubrificante.
Mais tarde, convidei os dois para bebermos uísque no quarto antes de sairmos para jantar. Enrabei-a com vontade, a pedi dele. Como o pai. Mário adorou ver. Mais que a trepada na estradinha.
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E assim me despeço deste comum, corriqueiro, bem documentado mas que, na vida real é bastante discreto e bem escondido de todos, relato,. Até. BIRA23CMS
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